Viola Davis recebeu diagnóstico de herpes-zóster após indicação ao Oscar em 2012

Viola Davis relatou dores incapacitantes e dificuldade para se movimentar; a condição é mais comum após os 50 anos e exige avaliação médica.

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Viola Davis participa de sessão de fotos antes das palestras de “Women in Motion” no Majestic Hotel em 19 de maio de 2022, em Cannes, França | Foto: Getty Images
Viola Davis participa de sessão de fotos antes das palestras de ...
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A atriz norte-americana Viola Davis, de 61 anos, contou à revista People que recebeu o diagnóstico de herpes-zóster logo após ser indicada ao Oscar por “Histórias Cruzadas”, em 2012. Ela disse que a experiência a levou a priorizar mais a saúde.

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As lesões causaram dor intensa e dificuldade para se deitar, levantar e andar. Davis afirmou que se considerava protegida contra doenças porque se exercitava e se alimentava bem, mas foi surpreendida pela infecção.

Herpes-zóster pode provocar dor intensa

O herpes-zóster, conhecido popularmente como “cobreiro”, é causado pelo vírus varicela zoster, o mesmo da catapora. Depois da primeira infecção, o vírus pode permanecer latente no organismo por décadas e voltar a se manifestar.

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A doença costuma atingir pessoas com mais de 50 anos, devido ao enfraquecimento natural do sistema imunológico. Também há maior vulnerabilidade entre pessoas com imunidade reduzida por comorbidades ou tratamentos.

Em entrevista à CNN Brasil, o infectologista Jessé Reis Alves explicou que doenças cardiovasculares, diabetes e doença renal crônica também aumentam a chance de desenvolver herpes-zóster. A enfermidade pode levar a complicações, como infecções bacterianas, Síndrome de Reye e problemas que afetam equilíbrio, fala e movimentos, além de poder causar óbito.

Lesões aparecem no trajeto de um nervo

Segundo Jessé Reis Alves, a manifestação costuma ser uma erupção de um lado do corpo, com pequenas bolhas que acompanham o trajeto de um nervo. As lesões podem causar dor intensa e incapacitante, descrita como latejante ou cortante, além de ardor, coceira, queimação, formigamento e sensação de agulhadas.

O diagnóstico é clínico: o médico considera o histórico do paciente e avalia o padrão da dor e das erupções. Diante de dor localizada, formigamento, ardor ou vesículas em uma faixa da pele, Alves recomenda procurar um clínico geral, infectologista, dermatologista ou neurologista para confirmar a doença e avaliar o risco de complicações.

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Antivirais ajudam a aliviar os sintomas

O tratamento é feito com antivirais, que ajudam a reduzir os sintomas. Como a doença pode causar complicações graves, a recomendação é buscar atendimento médico após os primeiros sinais.

A vacinação é uma medida de prevenção, especialmente para pessoas a partir dos 50 anos. No Brasil, a vacina varicela está licenciada nas versões monovalente e combinada com a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

A vacina tetraviral, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela, só deve ser administrada aos 15 meses se a criança tiver recebido uma dose da tríplice viral entre 12 e 14 meses. Já a vacina varicela monovalente é indicada para surto hospitalar a partir dos nove meses de idade.

Hábitos saudáveis também ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

Atualização em 01/11/2026: o texto foi corrigido.

A Redação Saúde e Educação reúne a cobertura do Clique Fatos sobre saúde, bem-estar e educação. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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