Rogério Correia acusa assédio jurídico e denuncia “perseguição” de bolsonaristas e do PL

Deputado do PT-MG diz que processos movidos pela família Bolsonaro, pelo PL e pelo Novo são tentativa de intimidação

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Foto: Reprodução
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O deputado federal do PT-MG, Rogério Correia, fez fortes declarações na quarta-feira, 20 de maio de 2026, alegando ser vítima de um “assédio jurídico” por meio de ações judiciais movidas pela família Bolsonaro e por membros dos partidos PL e Novo.

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Em sua fala na plataforma X (antigo Twitter), Correia classificou os processos como uma “tentativa de intimidação”, afirmando que não pretende ceder diante da situação.

Detalhes das ações judiciais

O parlamentar detalhou as ações, mencionando que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) o processaram após ele apresentar acusações de corrupção envolvendo ambos. Correia também apontou que o Novo, partido de Romeu Zema, e o PL, de Valdemar Costa Neto, também o processam.

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Caso da foto com Daniel Vorcaro

Um dos pontos centrais das acusações é a ação movida pelo Novo, que busca a cassação de seu mandato. Correia justificou a ação como uma reação ao seu depoimento em uma sessão da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, onde foi visto em companhia do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Ele ressaltou que o senador fugiu de comparecer à CPMI para prestar esclarecimentos sobre as ligações com o PL.

“Perseguição judicial”

Correia expressou confiança de que vencerá todos os processos, mas criticou o volume de ações como uma “perseguição judicial”. Ele enfatizou a importância de não se intimidar com o bolsonarismo, considerando o movimento perigoso e que busca julgar o Brasil com base em critérios arbitrários e na falta de direitos.

O deputado reafirmou sua intenção de continuar atuando no Congresso Nacional com firmeza.

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Tentativa de contato com os envolvidos

Jair, Flávio e Eduardo Bolsonaro e o Novo foram procurados por meio de suas assessorias de imprensa para comentar as alegações de Correia. Até o momento da publicação desta reportagem, não houve resposta das partes envolvidas.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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