Lula critica violência contra mulheres e cobra responsabilidade masculina!

Lula critica violência contra mulheres e cobra responsabilidade masculina! Presidente denuncia mentalidades nocivas e defende o Pacto Brasil. Saiba mais!

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Foto: Reprodução
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Lula enfatiza combate à violência contra mulheres e responsabilidade masculina

Em entrevista ao jornal O Dia, na sexta-feira (6 de março de 2026), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu que o combate à violência contra mulheres deve ser uma prioridade no debate público. Lula cobrou maior responsabilidade dos homens na erradicação desse problema, criticando a persistência de mentalidades que considerou nocivas e inaceitáveis.

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“É inaceitável que homens continuem acreditando que possuem o direito de dominar ou controlar mulheres, que podem agredir ou fazer o que bem entender com elas. Todos – e especialmente nós, homens – temos que assumir nosso papel para que essa cultura desapareça do nosso país e se torne uma lembrança do passado”, declarou o presidente.

Lula expressou sua preocupação com o tema, que ele considera “mexendo muito” com ele, e a necessidade de uma mudança cultural profunda no Brasil.

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Pacto Brasil para Enfrentamento do Feminicídio e Novas Iniciativas

O presidente destacou a criação do Pacto Brasil para Enfrentamento do Feminicídio, uma iniciativa conjunta entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O pacto visa acelerar a concessão de medidas protetivas às vítimas, responsabilizar os agressores e expandir a rede de acolhimento.

A assinatura do pacto ocorreu em 4 de fevereiro de 2026, com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, do presidente da Câmara dos Deputados, e do presidente do Senado Federal.

Novas Medidas e Priorização da Resposta Estatal

Entre as medidas anunciadas, Lula ressaltou a implantação do “Alerta Mulher Segura”, um sistema que aprimora o monitoramento eletrônico de agressores que utilizam tornozeleira, permitindo o acompanhamento em tempo real dos casos. O governo também planeja ampliar a rede de atendimento com novas unidades da Casa da Mulher Brasileira, além da criação de centros de referência e o reforço de delegacias especializadas que funcionarão 24 horas por dia.

O objetivo é garantir uma resposta mais rápida e eficaz do Estado às mulheres que sofrem ameaças, evitando que situações graves se agravem.

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Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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