Lula condena prisão de ativistas da flotilha para Gaza e pede libertação

Presidente Lula Condena Detenção de Ativistas na Flotilha para Gaza
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como injustificável a prisão de ativistas que faziam parte da Flotilha Global Sumud. O incidente ocorreu no fim de abril, quando a embarcação foi interceptada pelas forças israelenses em águas internacionais, próximo à Grécia.
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A operação resultou na detenção do ativista palestino-espanhol Saif Abukeshek e do brasileiro Thiago Ávila, e envolveu mais de 100 outros ativistas pró-palestinos que participavam da expedição.
Os ativistas, a bordo de aproximadamente 20 barcos, foram levados para a ilha grega de Creta. O presidente Lula expressou grande preocupação com a situação, considerando a detenção em águas internacionais como uma afronta ao direito internacional.
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Em suas redes sociais, o presidente enfatizou a necessidade de condenação global da ação e exigiu garantia de segurança e imediata libertação dos ativistas.
Requisitos para Solução dos Ativistas Detidos
O governo brasileiro, em conjunto com o da Espanha, onde também um cidadão foi detido, está pressionando por condições de segurança e libertação imediata de Ávila e Abu Keshek. A situação levanta questões sobre o direito à livre circulação e a respeito aos direitos humanos, especialmente em contextos de conflitos e bloqueios.
Contexto da Flotilha e Ações Anteriores
A Flotilha Global Sumud lançou uma segunda expedição em 12 de abril, com o objetivo de romper o bloqueio israelense a Gaza e entregar assistência humanitária. A embarcação partiu de Barcelona.
Em 2025, as forças israelenses abordaram uma flotilha similar e prenderam mais de 450 participantes, incluindo a ativista Greta Thunberg.
Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.
Editoria:
Redação Internacional
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