Santos: adolescente de 16 anos é levado à Fundação Casa por morte de Marcelo Rocha em ato pró-Lula

Inquérito já identifica nove suspeitos, dois adultos e sete adolescentes, no espancamento do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 28 anos.

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Marcelo de Oliveira Rocha morreu após ser agredido em Santos | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Marcelo de Oliveira Rocha morreu após ser agredido em Santos | F...
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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu na terça-feira (3) um adolescente de 16 anos suspeito de participação na morte do engenheiro ambiental e mestrando Marcelo de Oliveira Rocha, de 28 anos, em Santos, no litoral paulista.

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Depois de depor, o jovem foi levado à Fundação Casa, onde ficará à disposição da Justiça. A apreensão é mais um passo de um inquérito que já reúne nomes de outros envolvidos no caso.

Investigação já aponta nove suspeitos

Segundo a polícia, são nove os suspeitos identificados até agora. Dois deles são adultos, com 18 e 19 anos, e os outros sete são adolescentes entre 14 e 17 anos.

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Em nota, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que o caso foi registrado no 3º Distrito Policial de Santos. A apuração é conduzida em conjunto pelas equipes do 3º e do 4º DPs da cidade e pela 3ª Delegacia de Homicídios da Deic (Divisão de Investigações Criminais de Campinas).

Agressão ocorreu na Vila Mathias, em Santos

O crime aconteceu na madrugada de 24 de outubro, no bairro Vila Mathias. Marcelo estava em um ato político de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e assistia a um show da banda Esquerdantina.

Por volta das 3h, ele deixou os amigos para usar o banheiro e acabou cercado por um grupo de pessoas. Ali, o engenheiro foi espancado e teve os pertences levados pelos suspeitos.

A demora para voltar chamou a atenção dos colegas, que foram atrás dele e o acharam desacordado. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) prestou o socorro e o levou à Santa Casa de Santos. Por causa da gravidade dos ferimentos na cabeça, ele foi transferido para o Hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

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A morte cerebral foi confirmada na tarde de 26 de outubro. Depois do diagnóstico, a família aceitou a doação dos órgãos de Marcelo.

Com a retirada de rins, pâncreas, fígado e córneas, a doação beneficiou quatro pacientes que aguardavam na fila de transplantes.

O engenheiro foi sepultado no Cemitério Congonhas, na zona sul da capital paulista.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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