Edinho Silva critica proposta dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas

Presidente do PT alertou para o risco de invasão e sanções contra o Brasil e disse que o país não é “puxadinho” dos Estados Unidos.

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Foto: Reprodução
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Críticas da Liderança do PT à Proposta de Classificação de Organizações Criminosas como Terroristas

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, em declaração pública na segunda-feira, 9 de março de 2026, manifestou sua forte crítica à proposta do governo dos Estados Unidos de classificar facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

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A preocupação foi expressa em uma publicação nas redes sociais, onde o dirigente alertou para o risco de o Brasil enfrentar uma invasão e sofrer sanções econômicas por parte do país norte-americano.

Edinho destacou que a legislação dos Estados Unidos passou por alterações significativas após os ataques de 2001, ampliando o escopo de atuação em diversas jurisdições. Ele argumentou que essa mudança legal cria a possibilidade de que os Estados Unidos possam intervir em qualquer país, caso se sintam “afetados”.

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A declaração gerou reflexões sobre a soberania nacional e as implicações de uma possível ação unilateral.

Preocupações com a Soberania Nacional

O dirigente petista enfatizou que o Brasil não pode ser submetido a pressões externas e que a soberania nacional deve ser respeitada. Ele rejeitou a ideia de que o país deveria ser considerado um “puxadinho” dos Estados Unidos, defendendo que nenhum país tem o direito de invadir ou ocupar outro território, considerando tal ação como uma agressão e um ato de violência.

Combate ao Crime Organizado no Brasil

Edinho reconheceu a existência e a gravidade das organizações criminosas como PCC e CV, afirmando que o governo do presidente Lula tem intensificado os esforços para combatê-las. Ele mencionou a operação Carbono Oculto, que visou desmantelar o sistema financeiro que sustentava o crime organizado no Brasil, e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como ferramentas para fortalecer o combate ao crime em todo o país.

“O povo brasileiro está vendo que o presidente Lula faz o certo e quer combater o crime em todo o país com inteligência e muita firmeza”, concluiu Edinho, demonstrando confiança na capacidade do governo de enfrentar os desafios da criminalidade organizada.

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