Construtoras pressionam governo para dobrar verba de rodovias em 2026
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) apresentou um pacote de propostas para destravar investimentos em infraestrutura no país. O plano foi entregue aos pré-candidatos à Presidência da República e inclui medidas para ampliar o financiamento de rodovias, ferrovias e portos.
A entidade defende mudanças nas regras atuais para atrair mais capital privado e acelerar obras consideradas estratégicas. A ideia central é reduzir a burocracia e dar previsibilidade para quem quer investir em projetos de longo prazo. O setor de transporte é um dos que mais sentem o impacto da falta de investimentos, e a entidade quer colocar o tema no centro do debate eleitoral. ## O que o setor pede Entre as propostas, estão ajustes em mecanismos de garantia e maior segurança jurídica para concessões.
A entidade também defende a ampliação do modelo de parcerias público-privadas (PPPs) como caminho para acelerar obras de infraestrutura no país. Os pedidos foram apresentados a candidatos e equipes de transição. A ideia é que as medidas entrem na pauta prioritária do próximo governo, independentemente de quem vencer as eleições de 2026. ## Impacto na economia O setor argumenta que investimentos em rodovias, ferrovias e portos têm efeito direto na redução do custo do frete e no preço final dos produtos.
A reivindicação ganha força em um momento em que a indústria busca alternativas para baratear a logística. A expectativa do setor é que o novo governo mantenha a continuidade dos leilões de infraestrutura e destrave obras paradas. As entidades também defendem a criação de um plano nacional de logística com metas de curto, médio e longo prazo. ## Como os setores se organizam Empresas e associações de transporte rodoviário, ferroviário e portuário se articularam em torno de propostas comuns.
A ideia central é reduzir o custo Brasil, que encarece produtos e serviços no país. Os representantes do setor afirmam que a modernização da infraestrutura passa por investimentos contínuos e por regras mais claras para concessões. Eles também pedem previsibilidade nas políticas públicas, o que consideram essencial para atrair capital privado.
No documento entregue às autoridades, os empresários listam prioridades para os próximos anos. Entre elas, a ampliação de parcerias com a iniciativa privada e a aceleração de obras consideradas estratégicas para o escoamento da produção. ## O que dizem os representantes do setor Lideranças do setor produtivo defendem que o país precisa de um plano de longo prazo para a infraestrutura.
Para eles, a retomada de investimentos depende de regras claras e de previsibilidade. Também citam a necessidade de modernizar a gestão de rodovias, ferrovias e portos. A ideia é que os novos projetos saiam do papel com mais velocidade, sem abrir mão de licenciamento e controle social.
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Os pedidos foram formalizados em documento entregue às autoridades. O texto lista prioridades para os próximos anos e pede agilidade nas concessões públicas e parcerias com a iniciativa privada. ## O que esperar dos próximos anúncios A expectativa é que os projetos anunciados nos últimos meses ganhem ritmo de execução ao longo de 2026.
A pasta responsável pelas concessões afirma que os estudos técnicos seguem em andamento. Empresas do setor acompanham os leilões previstos e aguardam a publicação dos editais. A leitura do setor é a de que a retomada dos investimentos depende da previsibilidade das regras.
Ainda não há um cronograma fechado para os próximos leilões. A sinalização, porém, é de que os processos já em análise no governo devem avançar nos próximos meses. ## O que dizem os envolvidos Representantes do setor avaliam que a medida pode destravar obras paradas e atrair capital privado.
Eles também cobram agilidade na liberação de licenças ambientais, apontada como um dos principais gargalos para novos projetos. A pasta responsável afirma que os estudos técnicos seguem em andamento e que novos anúncios devem ser feitos ao longo do ano.
A expectativa é de que os próximos leilões sigam o mesmo modelo, com regras claras e previsibilidade para os investidores. ## O que muda na prática Para o consumidor final, a principal mudança deve ser sentida na conta de luz. A medida pode ampliar a oferta de energia no país e, com isso, reduzir a pressão sobre as tarifas no médio prazo, segundo especialistas ouvidos pela reportagem.
Especialistas também apontam que a medida pode atrair novos investimentos para o setor, com impacto positivo na geração de empregos e na arrecadação de impostos nos municípios que receberem os projetos. ## Próximos passos Ainda não há data para a publicação da medida.
O texto precisa ser assinado pelo presidente e publicado no Diário Oficial da União para começar a valer. Com a assinatura, o setor de energia passa a ter um novo marco regulatório. A expectativa é que os efeitos apareçam nos próximos meses, com a abertura de novos leilões e a contratação de projetos já enquadrados nas novas regras.
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