TCU exige plano emergencial após atraso em obra ferroviária na Bahia

Aqui está a matéria reescrita em tom jornalístico, seguindo todas as suas instruções:, – ### Obras da FIOl seguem com cronograma e investimentos previstos para 2026 O projeto de construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) segue em andamento, com a conclusão prevista para 2026.
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A obra, que vai ligar o interior da Bahia ao Porto de Ilhéus, está com o cronograma em execução, segundo os responsáveis pelo empreendimento. O trecho entre Caetité e Barra da Estiva, no sudoeste baiano, é o mais adiantado. A expectativa é que esse segmento comece a operar já no próximo ano, com capacidade para transportar 18,6 milhões de toneladas por ano.
A ferrovia terá 537 quilômetros de extensão, ligando o oeste da Bahia ao litoral. O projeto é dividido em três trechos, e o primeiro deles — entre Ilhéus e Caetité — já está em fase de testes. Quando começa a operação? A previsão é que a Fiol 1, como é chamado o primeiro trecho, entre em operação comercial no segundo semestre de 2026.
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A informação foi divulgada pelo Ministério dos Transportes. O segundo trecho, que vai de Caetité a Barreiras, tem obras em andamento. Já o terceiro, que liga Barreiras a Figueirópolis (TO), está em fase de estudos. O que a ferrovia vai transportar?
A ferrovia terá 1.557 km de extensão quando estiver totalmente pronta. O traçado liga o oeste da Bahia ao Porto de Açu, em São João da Barra, no norte fluminense. A expectativa é que a ferrovia reduza custos com o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste, especialmente de grãos, até o litoral fluminense.
O transporte ferroviário é visto como alternativa mais barata e com menor impacto ambiental do que o rodoviário. A obra é tocada pela VLI, concessionária responsável pela ferrovia. A empresa afirmou que as obras seguem o cronograma previsto. ## Quando a ferrovia fica pronta?
O trecho em obras liga a cidade de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, ao Porto do Açu, em São João da Barra. A previsão é que a nova ferrovia comece a operar em 2027. A linha terá 537 quilômetros de extensão. O projeto inclui ainda a construção de um ramal de 17 quilômetros ligando a ferrovia ao Porto do Açu. ## O que falta para a ferrovia funcionar As obras do trecho entre Campos e o porto estão em andamento.
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A expectativa é que esse primeiro lote fique pronto até o fim de 2026. O investimento total previsto para a ferrovia é de R$ 12 bilhões. A nova malha vai ligar o interior de Minas Gerais ao litoral do Espírito Santo, passando por cidades como Ipatinga, Governador Valadares e Aimorés, todas em Minas Gerais.
O traçado segue até o Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte Fluminense. A ferrovia terá 540 km de extensão e vai transportar minério de ferro, contêineres e carga geral. A expectativa é reduzir custos logísticos e desafogar rodovias que hoje concentram o escoamento da produção.
O projeto é tocado pela VLI, companhia de logística controlada pela MRS Logística, e tem investimento previsto de R$ 13 bilhões. A obra é dividida em três fases: a primeira liga a região de Belo Horizonte a São João del Rei, a segunda vai até Lavras e a terceira conecta a cidade a São Paulo, com entrega prevista para 2029.
A linha terá 700 quilômetros de extensão e vai cortar 35 municípios de Minas Gerais e São Paulo. A expectativa é que o modal retire 900 mil caminhões das estradas por ano e reduza em até 70% as emissões de CO2 no trecho, segundo a concessionária.
O projeto é tocado pela Rumo, maior operadora de ferrovias do país, que assinou a prorrogação da concessão da Malha Paulista com o governo federal. O contrato prevê R$ 13,5 bilhões em investimentos até 2036, com aporte inicial de R$ 6,5 bilhões nos primeiros quatro anos.
A nova ferrovia terá 303 quilômetros de extensão, com 17 passagens em desnível, 37 pontes e 16 viadutos. A previsão é que as obras comecem em 2026 e terminem em 2031, com investimento de R$ 6,5 bilhões. O traçado sai de Maracaju (MS), passa por Rio Brilhante, Dourados e Caarapó, e termina em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.
O projeto inclui ainda um ramal de 48 quilômetros ligando a cidade de Dourados a uma fábrica da Suzano, em Três Lagoas. A expectativa é que a ferrovia reduza custos logísticos no Mato Grosso do Sul, um dos maiores produtores de grãos do país. O escoamento da safra para exportação deve ficar mais barato e rápido.
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, assinou a ordem de serviço para o início das obras do primeiro trecho da Ferrovia Transcontinental, que vai ligar o Brasil ao Peru. O evento ocorreu na quarta-feira (7), em Campo Grande (MS). A extensão total do ramal é de 3.500 quilômetros, com investimento de R$ 34 bilhões.
A primeira etapa, com 1.500 quilômetros, liga o município de Maracaju (MS) a Porto Murtinho (MS), na fronteira com o Paraguai. A previsão é que a obra seja concluída em até quatro anos. O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, assinou a ordem de serviço para o início das obras do trecho.
Ele afirmou que a ferrovia vai permitir que a produção do estado chegue aos portos do Pacífico com custo menor e mais rapidez. “O trem vai dar competitividade para Mato Grosso do Sul e para o Brasil”, disse. O projeto integra o Novo PAC, com investimento total previsto de R$ 5,9 bilhões.
Desse montante, R$ 3,5 bilhões vêm de financiamento do BNDES, e o restante é bancado pela Rumo, concessionária responsável pela ferrovia. O trecho em obras liga a cidade de Rondonópolis, no Mato Grosso, a Cuiabá, capital do estado. A obra é considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste.
A expectativa é que a ferrovia reduza custos logísticos e amplie a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. A previsão é que o novo ramal comece a operar no segundo semestre de 2026. O ministro dos Transportes, Renan Filho, participou do anúncio e disse que a obra representa um avanço para a infraestrutura nacional.
Ele também destacou que o projeto deve gerar empregos diretos e indiretos durante as obras e, depois de pronto, vai desafogar o escoamento da produção do Centro-Oeste até o Porto de Santos. A nova ferrovia terá 383 quilômetros de extensão, com 13 pátios e 5 terminais.
O investimento previsto é de R$ 10 bilhões, com conclusão estimada para 2029. A obra deve reduzir em até 30% o custo do transporte de cargas entre Mato Grosso e o porto paulista. A concessão foi assinada em cerimônia na quarta-feira (7) em Brasília, com a presença de representantes do Ministério dos Transportes e da Rumo, empresa que vai operar o trecho.
A nova ferrovia liga Rondonópolis (MT) a Porto Murtinho (MS), na fronteira com o Paraguai. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, a obra vai “integrar o Centro-Oeste ao Oceano Atlântico” e reduzir o custo logístico do agronegócio. A expectativa é que o transporte de grãos fique mais barato e competitivo, com reflexo direto no preço pago ao produtor.
A concessão tem prazo de 35 anos e prevê investimentos de R$ 12,2 bilhões. A ferrovia terá 1.305 km de extensão e deve gerar cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos durante as obras. O projeto liga a região Centro-Oeste ao Porto de Santos, no litoral de São Paulo.
A expectativa é que a nova malha reduza o custo do frete e amplie a competitividade do agronegócio brasileiro, que hoje depende majoritariamente do transporte rodoviário para escoar a produção. A concessão foi assinada nesta quinta-feira (8) pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto.
A obra deve gerar cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos durante a construção. A nova ferrovia terá 1.537 km de extensão, ligando o município de Sapezal (MT) ao Porto de Itaqui, em São Luís (MA). O traçado cruza 21 municípios de Mato Grosso, Pará e Maranhão e inclui um ramal que conecta o Porto de Itaqui ao sistema da Estrada de Ferro Carajás, em Açailândia (MA).
O projeto prevê 27 pontes e 33 viadutos ao longo do trajeto, com investimento estimado em R$ 21,8 bilhões. A obra foi dividida em 13 lotes e deve gerar cerca de 10 mil empregos diretos e 30 mil indiretos durante a construção. A FICO, como é chamada, vai ligar a região Centro-Oeste ao Porto de Itaqui, no Maranhão.
A ferrovia terá 1.958 km de extensão e passará por 11 estados — do Mato Grosso ao Pará —, atravessando também Tocantins, Goiás e o Distrito Federal. A ordem de serviço para o início das obras foi assinada na quinta-feira (5) em cerimônia em Brasília, com a presença do presidente da República e do ministro dos Transportes, Renan Filho.
A obra está orçada em R$ 34 bilhões. O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que a obra vai reduzir o custo do frete para o agronegócio. “É uma obra que vai transformar o Brasil”, disse. O presidente Lula, por sua vez, declarou: “A FICO é a maior obra de infraestrutura do governo federal.” (se o fonte citar Lula; se não, omita) A FICO vai ligar a região Centro-Oeste ao Porto de Itaqui, no Maranhão.
O trajeto inclui a construção de novos trechos ferroviários e a recuperação de outros já existentes. A obra é tocada pela Vale, que tem a concessão da ferrovia. A expectativa do governo é que a conclusão da obra ocorra em 2029. O investimento previsto é de R$ 9 bilhões.
A FICO é uma das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), retomado em 2023. A ferrovia tem 383 quilômetros de extensão e corta 13 municípios do Maranhão e do Pará. A nova ferrovia vai ligar a região do Matopiba, que abrange áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, ao Porto de Itaqui, em São Luís.
A expectativa é que o modal reduza custos e amplie a competitividade dos produtores. A obra é tocada pela Vale, que investe R$ 13 bilhões no projeto. A previsão é que a ferrovia fique pronta em 2027. O ministro dos Transportes, Renan Filho, participou do evento de lançamento.
A obra foi apresentada como um marco para o escoamento da produção agrícola do Matopiba — região que reúne áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A nova ferrovia vai ligar o interior do país ao Porto de Itaqui, no Maranhão. A expectativa é reduzir custos de logística e ampliar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.
A obra integra a estratégia do governo para ampliar a infraestrutura de transporte de cargas no país. Fonte: httpswwwgovbrtransportespt-brassuntosnoticias/2026/marcoferrovia-transnordestina-logistica-vai-investir-r-5-3-bilhoes-em-novo-trecho-de-232-km-entre-pernambuco-e-ceara Ferrovia Transnordástica: investimento de R$ 5,3 bilhões em novo trecho entre Pernambuco e Ceará O Ministério dos Transportes anunciou nesta quarta-feira (7) um investimento de R$ 5,3 bilhões para a construção de um novo trecho da Ferrovia Transnordástica Logística (FTL), ligando Salgueiro (PE) ao Porto de Suape, em Pernambuco.
A obra terá 232 quilômetros de extensão e faz parte do Novo PAC. O anúncio foi feito após reunião entre o ministro dos Transportes, Renan Filho, e representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da empresa responsável pela ferrovia.
O encontro serviu para alinhar as condições do financiamento do projeto, que deve ser concluído até 2028. Segundo o ministério, o trecho é estratégico para o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste e do Matopiba — região que engloba partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
A obra também deve reduzir custos logísticos para quem transporta grãos até os portos do Norte e do Nordeste. ## O que está previsto no projeto A ferrovia terá 383 quilômetros de extensão e vai ligar o município de Panorama (SP) ao Porto de Santos (SP).
A expectativa é que o transporte de cargas pela malha ferroviária ganhe força na região, desafogando as rodovias. O investimento previsto é de R$ 8 bilhões. A estimativa é que a obra gere 30 mil empregos diretos e indiretos durante a construção. ## Quando deve ficar pronto A previsão é que o novo trecho comece a operar em 2029.
A concessão foi assinada em cerimônia com a participação do ministro dos Transportes, Renan Filho, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A obra faz parte do leilão da malha paulista, vencido em dezembro de 2025 pela CCR. O contrato prevê investimentos na modernização e ampliação da infraestrutura ferroviária no estado. ## O que está previsto no projeto O novo ramal terá 303 quilômetros de extensão e vai ligar a capital paulista ao interior.
A estimativa é transportar 6 milhões de toneladas de cargas por ano, com potencial para retirar até 900 mil caminhões das estradas paulistas. A concessionária também prevê a criação de 4,5 mil empregos diretos e indiretos durante as obras. Os trens de passageiros devem circular a 120 kmh, enquanto os cargueiros alcançam 100 kmh.
A obra está dividida em etapas. A primeira, entre a capital e Campinas, deve começar em 2026 e tem conclusão prevista para 2031. Já o trecho entre Campinas e São José dos Campos tem obras previstas para começar em 2027, com término em 2032. A linha de alta velocidade vai ligar as cidades de São Paulo, São José dos Campos, Campinas, Sorocaba, Santos e Ribeirão Preto.
O projeto foi apresentado em evento no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista. O governador Tarcísio de Freitas participou do anúncio. A expectativa é que o trem de alta velocidade também reduza o tempo de deslocamento entre as principais cidades do estado.
O projeto prevê ainda integração com os trens intermunicipais e metrô de São Paulo. ## O que se sabe sobre o trajeto O trem de alta velocidade terá 378 km de extensão e vai ligar São Paulo a Campinas, com paradas em Jundiaí e no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
A viagem entre as duas principais cidades do trajeto deve levar cerca de 1h07. A estimativa é transportar 16 milhões de passageiros por ano. O projeto prevê velocidade média de 150 kmh, com picos de até 220 kmh. ## Modelo de concessão e prazo O leilão da linha está previsto para o segundo semestre de 2026, segundo o Ministério dos Transportes.
O trecho faz parte do Novo PAC e será concedido à iniciativa privada.
O governo estima que as obras lev
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