Começa julgamento de Marco Buzzi por assédio sexual em sessão restrita no STJ

O julgamento de Marco Buzzi no STJ pode definir seu futuro na corte, após meses de investigações e denúncias de assédio sexual.

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O minsitro Marco Buzzi, do STJ | Foto: Reprodução
O minsitro Marco Buzzi, do STJ | Foto: Reprodução

O julgamento do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi, acusado de assédio sexual por duas mulheres, começou nesta quinta-feira (6), por volta das 9h15. A sessão ocorre sob sigilo e com restrições rigorosas de acesso ao plenário, conforme apurado pela CNN.

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Durante o processo, até mesmo assessores dos ministros e chefes de gabinete foram afastados do local para a sessão. O ministro Marco Buzzi compareceu ao tribunal acompanhado de seus advogados. Ele fez sua entrada por uma passagem que não é acessível às câmeras, evitando a exposição diante da mídia.

Desdobramentos do julgamento

Pela manhã, está programada a leitura do relatório da comissão de sindicância que investigou as denúncias contra Buzzi. Depois disso, haverá espaço para a sustentação oral tanto do Ministério Público quanto das defesas das vítimas e do próprio ministro.

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A expectativa é que a maior parte da votação e o resultado final sejam conhecidos à tarde.

Embora fontes ouvidas pela CNN considerem improvável um pedido de vista — que poderia suspender o julgamento indefinidamente — essa possibilidade ainda paira sobre o processo. Marco Buzzi está afastado desde fevereiro deste ano e enfrentou diversas etapas desde a instauração do processo administrativo disciplinar em abril, após uma sindicância interna ser aberta para investigar as acusações.

A primeira denúncia foi feita por uma jovem de 18 anos, filha de amigos próximos da família do ministro. Segundo relatos, durante um banho de mar na Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú (SC), teria ocorrido assédio sexual.

Defesa e contestações

A defesa de Marco Buzzi nega todas as acusações apresentadas contra ele. No caso específico relacionado ao episódio na praia, os advogados afirmam que há depoimentos, imagens de câmeras de segurança e laudos médicos que contradizem as alegações da jovem.

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Eles argumentam que esses elementos não corroboram a narrativa apresentada pela vítima.

Quanto à segunda acusação, feita por uma ex-colaboradora terceirizada do gabinete do ministro, os advogados sustentam que a rotina agitada de trabalho no gabinete e a disposição física da sala não seriam compatíveis com os episódios alegados pela mulher.

Os desdobramentos desse julgamento são aguardados com atenção pela sociedade e pelo meio jurídico, dado o peso das acusações envolvidas e o impacto potencial na carreira do ministro.

Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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