Ex-servidor do STJ é alvo da PF por suspeita de repassar informações a Willer Tomaz

Mensagens e imagens de documentos encontradas pela PF indicam possível repasse de dados internos do STJ a Willer Tomaz.

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Advogado e empresário Willer Tomaz
Advogado e empresário Willer Tomaz

A PF (Polícia Federal) investiga se Humberto Pradera, ex-servidor do STJ (Superior Tribunal de Justiça), repassou informações de processos da Corte ao advogado Willer Tomaz. Pradera foi alvo de mandado de busca e apreensão em Brasília nesta segunda-feira (19), em uma operação que apura possível violação de sigilo funcional.

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Tomaz é investigado no mesmo inquérito que Flávio Bolsonaro (PL), por suspeita de evasão de divisas e lavagem de dinheiro com plataforma de apostas. O mandado foi expedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal), e Pradera foi exonerado pelo STJ na sexta-feira.

Ex-servidor do STJ é alvo de busca da PF por suspeita de vazamento

Relatório cita mensagens entre Pradera e Willer Tomaz

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De acordo com trecho de relatório da PF ao qual a CNN teve acesso, foram encontradas comunicações entre Willer e Humberto Fontoura Pradera. Nas mensagens, Pradera teria compartilhado informações sobre demandas internas e dito que manteria o advogado informado.

O relatório também relata que, em outro episódio, Pradera encaminhou uma fotografia de documentos exibidos em um computador. A imagem teria sido feita em um ambiente aparentemente funcional, com um carimbo sobre a mesa.

Quando ainda trabalhava no STJ, Pradera era titular da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do tribunal.

Operação Linceu apura outros possíveis crimes

A Operação Linceu investiga possíveis crimes de violação de sigilo funcional, peculato eletrônico, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

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A apuração também pode incluir outras tipificações que venham a ser identificadas.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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