Bolsonaro tem boa evolução, mas segue na UTI sem previsão de alta

Boletim médico de Bolsonaro mostra boa evolução, mas internação segue sem previsão de alta
O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, apresenta boa evolução clínica e laboratorial, conforme boletim divulgado nesta sexta-feira (20). O boletim médico detalha que ele está em uso de antibioticoterapia endovenosa e recebendo suporte clínico intensivo, incluindo fisioterapia respiratória e motora.
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A equipe médica não prevê alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no momento.
Equipe médica envolvida no atendimento
O boletim é assinado por diversos especialistas, incluindo o cirurgião geral Dr. Claudio Birolini, o cardiologista Dr. Leandro Echenique, o cardiologista Dr. Brasil Caiado, o coordenador da UTI Geral Dr. Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Jr. e a diretora-geral Dr.
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Allisson B. Barcelos Borges. O ex-chefe do Executivo está internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília (DF), há uma semana.
Internação e diagnóstico inicial
Bolsonaro foi internado na UTI do Hospital DF Star após ser transferido da Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, na última sexta-feira (13). A transferência ocorreu para receber atendimento médico após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral.
O ex-presidente completará 71 anos no sábado (21).
Gravidade do caso e tratamento
Médicos relataram que a pneumonia é a mais severa enfrentada por Bolsonaro até o momento. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada para prestar o primeiro atendimento, e o Dr. Brasil Caiado suspeitou do diagnóstico após avaliação.
Exames como tomografia do tórax e dos seios da face, exames laboratoriais e um painel viral foram realizados para descartar outras infecções.
Histórico de saúde e cirurgias recentes
O boletim também menciona o histórico de saúde de Bolsonaro, que desde 2018 passou por 14 cirurgias, muitas delas relacionadas a sequelas de um ferimento abdominal. O ex-presidente sofre com soluço refratário, ou crônico, que pode causar refluxo e entrada de substâncias na via respiratória.
As três cirurgias mais recentes foram realizadas em dezembro de 2025, incluindo uma herniorrafia inguinal bilateral e bloqueios do nervo frênico.
Editoria:
Redação Clique Fatos
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