“Eu certamente aprovaria”: Trump diz que liberaria entrada de Flávio Bolsonaro nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na madrugada de quarta-feira (28) que aprovou a concessão de visto ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se dirige ao país com a mulher e duas filhas.
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Ao desembarcar na Base Aérea de Maryland, depois de participar de um comício no Texas, Trump também comentou a eleição presidencial brasileira. Para ele, a disputa foi “muito estranha”, embora tenha dito que não se envolveu no pleito.
Trump diz que aprovaria entrada de Flávio no país
Trump declarou que não sabe onde o senador se encontra, mas que ouviu dizer que ele está na Argentina. “Não sei onde ele está. Ouvi dizer que ele está na Argentina. Mas eu certamente aprovaria [o ingresso de Flávio no país com a família]”, afirmou.
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Sobre o resultado da votação, o líder americano foi duro. “A maneira como eles chegaram ao resultado foi terrível”, disse. “Mas eu não estava envolvido. É o Brasil, um outro país.”
Trump disse conhecer Flávio “um pouco”. Ele também afirmou conhecer “muito bem” o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, segundo ele, foi “tratado muito mal”. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília, depois de condenado a mais de 27 anos de detenção por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
Família atravessou a fronteira e seguiu em jato privado
Na noite de terça-feira, Flávio e a família atravessaram a Ponte Internacional Tancredo Neves, que conecta Foz do Iguaçu (PR) a Puerto Iguazú, na Argentina. Dali, embarcaram em um jato particular com destino a Guayaquil, no Equador.
As informações foram divulgadas na madrugada de quarta-feira pelo órgão de migração argentino. Já o site Infobae apontou que o avião tem como destino final os Estados Unidos, com apenas uma parada para reabastecimento em Guayaquil. A rota evita sobrevoar o território brasileiro.
Ainda segundo o Infobae, a família viaja a bordo de um Gulfstream G400, de prefixo LV-JQW.
Senador deixou o Brasil apesar de ordem do STF
Flávio saiu do país mesmo tendo descumprido a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandava o senador entregar os passaportes.
Ele é investigado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O inquérito também atinge o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio.
Editoria:
Redação Política
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