Açúcar e café caem na Bolsa de Nova York; produção no Brasil pressiona preços

A desvalorização do açúcar e café na Bolsa de Nova York surpreende! Descubra como a produção no Brasil e os preços do petróleo influenciam o mercado.

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Foto: Reprodução
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Desvalorização do açúcar e do café na Bolsa de Nova York

Os contratos futuros de açúcar encerraram a sessão desta quarta-feira (27) com queda na bolsa de Nova York. A desvalorização foi impulsionada pela Unica, que anunciou um aumento na produção no Brasil. O contrato para entrega em julho teve uma redução de 2,75%, fechando a 14,14 centavos de dólar por libra-peso.

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Segundo o Barchart, os preços atingiram a mínima de um mês durante essa sessão.

A Unica informou que a produção de açúcar acumulada no Centro-Sul do Brasil na safra 2026/27 cresceu 55,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 2,475 milhões de toneladas. A safra será favorecida por maiores rendimentos, com a sacarose por tonelada de cana alcançando 112,58 kg, um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

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Além disso, a queda nos preços do petróleo bruto, que atingiu mínimas de cinco semanas, também pressionou o mercado.

Impacto no café e no suco de laranja

A desvalorização da moeda brasileira afetou as cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York. O contrato de julho encerrou com uma queda de 1,51%, cotado a US$ 2,698 por libra-peso. O Barchart destacou que as negociações recuaram para mínimas de uma semana e meia, o que torna o café brasileiro mais competitivo em relação a outros produtores.

No setor de suco de laranja, o contrato para entrega em julho registrou uma desvalorização de 5,65%, a US$ 1,671 por libra-peso.

Expectativas para o cacau e o algodão

As expectativas de aumento da safra de cacau na Costa do Marfim e a valorização do dólar impactaram as cotações futuras na Bolsa de Nova York. O contrato para entrega em julho fechou com uma baixa de 0,70%, cotado a US$ 4.140 por tonelada. O Barchart observou que, apesar de os preços do cacau terem alcançado máximas de uma semana e meia, fecharam em baixa devido à recuperação do índice do dólar, que estimulou a liquidação de posições compradas.

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Além disso, os estoques de cacau monitorados pela ICE atingiram o maior nível em quase dois anos, com 2.745.277 sacas na sessão anterior. No mercado de algodão, o contrato futuro para entrega em dezembro, o mais negociado, fechou em queda de 1,42%, cotado a 78,66 centavos de dólar por libra-peso.

A valorização do dólar e a forte queda do petróleo bruto estão pressionando as cotações da fibra norte-americana.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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