Venezuelano diz ter ouvido vozes mandando matar Trump e acaba preso com armas em carro roubado

Um imigrante venezuelano em situação irregular nos Estados Unidos foi preso pelo Serviço Secreto nas proximidades da Casa Branca, em Washington, depois de afirmar que pretendia matar o presidente Donald Trump. O homem, identificado como Ronny Chrinos, foi detido na quinta-feira, segundo um comunicado divulgado pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) na sexta-feira.
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Segundo o órgão, o suspeito disse ter ouvido vozes que o orientavam a assassinar o presidente americano. A declaração aparece no comunicado como a justificativa dada por ele para o ato que pretendia cometer.
Agentes abordaram carro roubado perto da residência presidencial
A prisão aconteceu depois que agentes do Serviço Secreto abordaram o veículo em que o venezuelano estava, nas proximidades da residência presidencial. Os agentes se aproximaram do carro e, durante a abordagem, perceberam a situação que levou à detenção.
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Dentro do veículo, que havia sido roubado, os agentes encontraram três armas de fogo e dezenas de cartuchos de munição. As informações foram divulgadas pelas autoridades americanas, que não especificaram outros objetos encontrados no carro.
De acordo com o DHS, o venezuelano teria entrado ilegalmente nos Estados Unidos após atravessar a fronteira com o México. A entrada, segundo o órgão, ocorreu em março de 2024.
Segurança no entorno da Casa Branca foi reforçada
A prisão ocorreu em meio ao reforço das medidas de segurança nas proximidades da Casa Branca durante o segundo mandato de Trump. A região concentra a residência oficial e o principal local de trabalho do presidente americano.
Nos últimos dois anos, a área registrou outros incidentes de segurança. O episódio, portanto, chega em um momento em que o perímetro já vinha sob atenção das autoridades.
O Serviço Secreto é o órgão federal responsável pela proteção do presidente dos Estados Unidos, de outras autoridades e de instalações presidenciais. É essa agência que conduziu a abordagem e a prisão do venezuelano.
Comunicado não detalha acusações nem próximos passos
O comunicado divulgado pelo DHS não detalhou quais acusações formais poderão ser apresentadas contra o venezuelano. O documento também não informou os próximos passos do caso.
O conteúdo desta matéria tem informações da agência AFP.
Editoria:
Redação Brasil
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