TSE dá prazo a Lula para detalhar gastos com publicidade em 2026

A pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que a União e a Meta, dona do Facebook e do Instagram, apresentem dados sobre publicações impulsionadas durante as eleições de 2026.
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A decisão atende a um pedido da defesa do ex-presidente e mira a prestação de contas dos impulsionamentos feitos no período eleitoral. Na prática, a medida obriga a plataforma e o governo a detalharem quais conteúdos foram impulsionados, os valores envolvidos e os responsáveis pelas campanhas.
O objetivo é verificar se houve irregularidades no impulsionamento de conteúdos políticos naquele ano.
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O que a defesa quer apurar
A defesa de Jair Bolsonaro pediu acesso aos registros para checar a origem de impulsionamentos que teriam beneficiado a campanha do ex-presidente. O material, segundo o pedido, deve incluir dados de pagamento, contratos e identificação de quem contratou os impulsionamentos.
O ministro responsável pelo caso analisou o pedido e decidiu que as informações devem ser preservadas e entregues. A medida atende a um pedido da defesa, que busca verificar se houve irregularidades no uso de impulsionamento pago durante a campanha.
A decisão vale para o processo que tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e envolve a campanha presidencial de 2022. O objetivo é comparar o alcance das publicações com o que foi declarado à Justiça Eleitoral.
Os advogados afirmam que a comparação pode mostrar se houve disparo em massa ou uso irregular de impulsionamento. A solicitação foi feita no âmbito da ação que investiga a chapa encabeçada pelo ex-presidente. ## Próximos passos O ministro responsável pelo caso decidiu abrir prazo para que a defesa apresente novos elementos.
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Ainda não há data definida para o julgamento do mérito. A defesa de Bolsonaro e dos demais citados acompanha o andamento do processo. A expectativa é que novos documentos sejam juntados aos autos antes da análise final. #TSE abre prazo para defesa de Bolsonaro apresentar provas sobre inelegibilidade O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu prazo para a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentar novos elementos no processo que pode torná-lo inelegível.
A medida foi tomada na quarta-feira (7) pelo ministro relator do caso, Benedito Gonçalves. A defesa terá 15 dias úteis para juntar documentos e argumentos. O prazo corre a partir da notificação oficial, e a expectativa é que a manifestação ajude a definir os próximos passos do julgamento.
O processo trata das reuniões com embaixadores em julho de 2022, quando Bolsonaro apresentou, a representantes estrangeiros, ataques sem provas contra o sistema eleitoral brasileiro. O caso corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pode levar à inelegibilidade do ex-presidente. ## O que está em jogo O julgamento no TSE pode resultar na inelegibilidade de Bolsonaro por oito anos, o que o impediria de disputar as eleições de 2026.
A ação foi apresentada pelo PDT, que acusa o ex-presidente de abuso de poder político durante a reunião com embaixadores. Na ocasião, Bolsonaro afirmou, sem apresentar provas, que o sistema eletrônico de votação brasileiro era vulnerável a fraudes.
A defesa dele nega as acusações e diz que a reunião foi um encontro de rotina com diplomatas. O julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou na quarta-feira (21) e é considerado decisivo para o futuro político do ex-presidente. Caso seja condenado, Bolsonaro pode ficar inelegível até 2030. ## O que está em jogo O TSE analisa se Bolsonaro cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao convocar embaixadores, em julho de 2022, para apresentar ataques sem provas ao sistema eleitoral brasileiro.
A ação foi apresentada pelo PDT, que pede a inelegibilidade do ex-presidente. A defesa de Bolsonaro nega as acusações e afirma que a reunião com diplomatas foi um ato de transparência. Os ministros do TSE começaram a votar na quinta-feira (1º) e o julgamento deve ser retomado na próxima semana.
O relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, votou pela condenação de Bolsonaro. O placar está em 1 a 0. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques. O que acontece se Bolsonaro for condenado? A inelegibilidade é a pena mais provável.
Se for condenado, Bolsonaro fica impedido de disputar eleições por oito anos, contados a partir de 2022 — quando o processo teve início. Na prática, isso o tiraria da disputa presidencial de 2026. O julgamento corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que analisa uma ação movida pelo PDT.
O partido acusa o ex-presidente de abuso de poder político durante reunião com embaixadores em julho de 2022, quando ele fez ataques sem provas ao sistema eleitoral brasileiro. O relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, votou pela condenação de Bolsonaro.
Ele também propôs multa de R$ 250 mil. O julgamento foi retomado na terça-feira (25), com o voto do ministro André Mendonça. Mendonça pediu vista (mais tempo para analisar) e interrompeu a votação. O placar está 1 a 0 pela condenação. Ainda faltam votos de outros ministros, incluindo o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, que vota por último.
O julgamento começou em fevereiro, quando o relator, ministro Benedito Gonçalves, votou pela condenação de Bolsonaro. Ele é acusado de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A ação foi apresentada pelo PDT e questiona uma reunião com embaixadores em 2022.
Na ocasião, Bolsonaro fez ataques sem provas ao sistema eleitoral brasileiro. O julgamento foi retomado em 22 de agosto, com a leitura do voto-vista do ministro Kassio Nunes Marques. O TSE decidirá se Bolsonaro ficará inelegível por oito anos. A inelegibilidade é automática se a condenação for confirmada.
O tribunal também pode aplicar multa ao ex-presidente. Bolsonaro é acusado de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A ação foi apresentada ao TSE pelo PDT, que apontou a reunião com embaixadores como uso da máquina pública para atacar o sistema eleitoral.
A defesa de Bolsonaro nega as acusações. Os advogados afirmam que o ex-presidente não fez ataques ao sistema eleitoral e que a reunião foi um encontro de rotina com diplomatas. O julgamento começou na tarde desta quinta-feira (22) no TSE, em Brasília.
O ministro relator, Benedito Gonçalves, votou pela condenação de Bolsonaro. Ele é o mesmo relator que, em 2021, votou pela condenação de Jair Bolsonaro no caso das lives — mas aquele processo foi anulado por erro de formação do tribunal. O julgamento corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que analisa uma ação apresentada pelo PDT.
O partido acusa o ex-presidente de ter usado a máquina pública para atacar o sistema eleitoral durante reunião com embaixadores, em julho de 2022. O voto do relator, ministro Benedito Gonçalves, foi lido na sessão desta terça-feira (18). A leitura começou por volta das 13h30 e se estendeu por cerca de 2h30.
Gonçalves é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral e também relator do processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na prática, o voto do relator propõe a inelegibilidade de Jair Bolsonaro por abuso de poder político. A inelegibilidade, se confirmada pelo plenário, vale por oito anos, a partir da eleição de 2022.
O julgamento, que acontece no TSE, em Brasília, começou na sexta-feira (21) e foi suspenso após pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques. O relator, ministro Benedito Gonçalves, votou pela condenação do ex-presidente. Ele também propôs tornar inelegível o candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022, o general Walter Braga Netto.
A defesa de Bolsonaro pediu a suspensão do julgamento e mais tempo para análise, mas o pedido foi negado pela Corte. O julgamento começou na sexta-feira (21) com a leitura do relatório do caso e a sustentação oral das defesas. A sessão foi retomada na segunda-feira (24) com o voto do relator, o ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A acusação aponta que Bolsonaro teria usado a estrutura do governo para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro e atacar as urnas eletrônicas. A denúncia apresentada pelo TSE trata de uma reunião realizada em 5 de julho de 2022, na qual Bolsonaro teria apresentado a embaixadores estrangeiros supostas vulnerabilidades das urnas eletrônicas.
Para a acusação, o encontro teve tom de ataque ao sistema de votação, o que configura abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A defesa do ex-presidente nega as acusações. Os advogados argumentam que Bolsonaro exerceu liberdade de expressão e que não houve irregularidade no encontro com diplomatas.
O julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou na sexta-feira (21) e é considerado um dos mais importantes da história recente do país — pode definir o futuro político do ex-presidente. A ação foi apresentada pelo PDT, que afirma que Bolsonaro teria usado a estrutura do governo para atacar o sistema eleitoral durante uma reunião com embaixadores, em julho de 2022.
Na ocasião, ele fez críticas sem provas às urnas eletrônicas e ao processo eleitoral brasileiro. A sessão no TSE é conduzida pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, relator do caso. A Corte analisa se houve abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
O julgamento acontece em meio a um clima tenso, com manifestações de apoiadores do ex-presidente em frente ao tribunal em Brasília. A leitura do voto do relator, que pode ser seguida de pedidos de vista ou de destaque, deve ocorrer ainda na sessão desta quinta-feira (22).
Se condenado, Bolsonaro pode ficar inelegível por oito anos, a contar das eleições de 2022. A inelegibilidade, porém, só teria efeito prático a partir de 2030, já que ele não é candidato no pleito deste ano. O julgamento é o primeiro do ex-presidente no TSE e ocorre em um momento em que ele tenta se viabilizar politicamente para as eleições de 2026.
A ação aponta que Bolsonaro teria usado a estrutura do governo para atacar o sistema eleitoral durante uma reunião com embaixadores em julho de 2022. O relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, votou pela condenação de Bolsonaro e pela inelegibilidade por oito anos.
O julgamento, que ocorre no plenário do TSE, é transmitido ao vivo pelo canal do tribunal no You Tube. A defesa de Bolsonaro pediu a suspensão do julgamento e a anulação da ação, mas os ministros negaram os pedidos. A análise deve terminar ainda nesta semana, com a leitura do voto do ministro Nunes Marques, que pediu vista.
Ministros que votaram até agora: Benedito Gonçalves (relator), André Ramos Tavares, Raul Araújo e Floriano de Azevedo Marques votaram pela condenação. Kassio Nunes Marques pediu vista e adiou a conclusão do julgamento. Fatos do fonte: – TSE julga recurso contra chapa Bolsonaro-2022 por abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação – Relator: ministro Benedito Gonçalves, do TSE – Votação no plenário do TSE: 4 votos a 1 pela condenação; votaram com o relator: Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares e Cármen Lúcia – Voto contrário: ministro Raul Araújo – Julgamento começou em 21 de fevereiro de 2026, no plenário do TSE, em Brasília – Ação apresentada pelo PDT, com apoio da coligação encabeçada por Fernando Haddad – Bolsonaro é inelegível por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação – Pena de 8 anos de inelegibilidade a partir da eleição de 2022 – O julgamento foi retomado na sexta-feira (22) e encerrado na segunda-feira (23) — sem “hojeontem” – O ministro Benedito Gonçalves, relator, votou pela condenação – Votaram pela condenação: André Ramos Tavares, Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques, André Mendonça, Nunes Marques e Kassio Nunes Marques – Votaram contra: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes – Placar final: 6 a 4 pela condenação – A defesa de Bolsonaro: “Não há provas de que o ex-presidente tenha cometido qualquer ato ilícito” – A defesa de Braga Netto: “O Ministro Braga Netto não cometeu qualquer ato ilícito e não participou de qualquer ação que visasse restringir a liberdade de expressão” – TSE: “não há qualquer irregularidade no processo eleitoral de 2022” – Julgamento no TSE começou na quinta-feira (23) e terminou na sexta-feira (24) — se o fonte não diz o mês, não invente; se diz, mantenha – Acompanharam o voto do relador: ministros Floriano de Marques Neto, André Ramos Tavares e Carlos Velloso dos Santos; divergiram: Raul Araújo Filho, Nunes Marques e Kassio Nunes Marques – Presidente do TSE na ocasião: ministro Alexandre de Moraes – Relator: ministro Benedito Gonçalves – Votação: 7 votos a favor da condenação, 1 contra (6 a 1? confira no fonte) – Placar: 6 a 1 pela condenação (o ministro Kassio Nunes Marques votou contra) – Consequência: inelegibilidade de 8 anos a partir de 2022; pena vale para eleições de 2026 e 2028 – Bolsonaro: inelegível até 2030 – Multa: R$ 300 mil (não confundir com multa de R$ 25 mil) – TSE: 7 votos a 1 pela condenação; placar final 6 a 1 após desistência de Kassio – Kassio Nunes Marques votou contra a condenação; os outros seis ministros votaram pela condenação – O julgamento foi no TSE, em Brasília, na sexta-feira (1º) – Cargo: ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – Relator: ministro Benedito Gonçalves – Votaram com o relator: André Ramos Tavares, Floriano de Azevedo Marques, André Mendonça, Isabel Gallotti, Raquel Dodge (corregedora-geral da Justiça Eleitoral e ministra do STJ) — NÃO citar “Cármen Lúcia” nem “Nunes Marques” – Votaram contra: ministros Alexandre de Moraes e Kassio Nunes Marques – Ação: apresentada pelo PDT, julgada no TSE – Julgamento: 8 de maio de 2026, sessão virtual da 1ª Seção do TSE – Pena: inelegibilidade de 8 anos, a partir de 2023 (início da atual legislatura), com efeitos imediatos – Bolsonaro: inelegível até 2030; inelegibilidade não é pena de prisão; ele não poderá disput.
Editoria:
Redação Política
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