Tribunal decreta nova falência da Oi com dívida de R$ 44 bilhões

Tribunal decreta segunda falência Oi devido à dívida de R$ 44 bilhões, consolidando crise financeira na operadora brasileira.

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WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Os desembargadores de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretaram nesta terça-feira (25) a falência da operadora telefônica Oi.

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Com este veredito, os magistrados reconheceram.

Detalhamento dos processos judiciais

O processo não é inédito: houve uma primeira decretação de falência para Oi ainda em novembro de 2025. Contudo, essa determinação inicial veio a ser suspensa devido aos recorrentes feitos por parte das instituições bancárias creadoras.

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Essa reversão levou a empresa gigante do setor de telecomunicações ao segundo ciclo de recuperações jurídicas perante os tribunais e credores envolvidos na disputa financeira da companhia.

Dívidas pendentes e medidas judiciais

Apesar dos esforços apresentados pelos setores financeiros,

a Oi não conseguiu cobrir uma dívida estimada em R$ 44 bilhões (quarenta e quatro bilhões de reais), a Oi não conseguiu cobrir uma dívida estimada em R$ 44 bilhões (quarenta e quatro bilhões de reais).

Garantia aos direitos trabalhistas.

A magistrada determinou ainda várias nomeações para conduzir este complexo caso judicial em andamento no Rio de Janeiro.

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O futuro patrimonial após a qubra

“A questão que surge com esta falência é muito detalhada e precisa ser acompanhada atentamente: não basta apenas saber os valores devidos; há uma necessidade urgente de determinar quanta riqueza poderá efetivamente virar dinheiro,” avalia. Ele explica ainda que se deve identificar quais ativos estão livres para venda imediata ou vinculados em garantias específicas.

Administração judicial nomeada

Para dar seguimento ao processo na Justiça fluminense, foram contratadas várias partes especializadas no âmbito da administração judiciária do caso Oi. A desembargadora Monica Maria Costa Di Piero anunciou a contratação formal dos advogados Bruno Rezende como administrador judicial principal.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

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