Silas Malafaia chama Bolsa Família de “compra de votos” e diz que programa freia o país

Em culto no Rio de Janeiro, o pastor também atacou o STF e o ministro Alexandre de Moraes.

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Foto: Reprodução

Alerta de Pastor Contra o Bolsa Família e Políticas Governamentais

O pastor Silas Malafaia levantou novamente sua preocupação em relação ao programa Bolsa Família, expressando publicamente sua visão sobre o impacto do programa na economia brasileira. Em recentes declarações, o líder religioso argumentou que o programa impede o desenvolvimento do país, comparando-o a uma estratégia de “compra de votos“.

Malafaia questionou como uma nação pode prosperar quando um número tão elevado de pessoas depende de auxílio financeiro, sugerindo que essa situação indica um declínio em vez de progresso.

O pastor criticou a expansão do Bolsa Família, que atualmente conta com mais de 53 milhões de beneficiários. Ele argumentou que esse número crescente representa um sinal de “piora” na economia, e não de avanço. Malafaia também defendeu o fim do programa, argumentando que a descontinuação incentivaria maior dedicação ao trabalho e à produção, em vez da dependência de auxílio governamental.

Contexto das Declarações

As declarações de Silas Malafaia foram proferidas durante um culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), no Rio de Janeiro. O evento reuniu diversas figuras políticas, demonstrando a influência do pastor no cenário político brasileiro.

Além das críticas ao Bolsa Família, Malafaia aproveitou a ocasião para reiterar suas posições contrárias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes, acusando-os de perseguição política e defendendo a liberdade de expressão.

Posições Políticas do Pastor

Silas Malafaia tem sido um crítico constante das políticas do governo federal, frequentemente expressando suas opiniões em eventos públicos e nas redes sociais. Suas declarações geralmente se alinham com visões conservadoras e religiosas, e têm gerado debates acalorados sobre o futuro do país.

O pastor continua a defender a importância da responsabilidade individual, do empreendedorismo e da liberdade religiosa como pilares para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

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Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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