Quem é Dra. Eliana Ferreira, candidata ao Senado por SP em 2026
Eliana Ferreira, candidata do PSTU, disputa uma das duas vagas ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026.
Mais de 34 milhões de eleitores paulistas vão às urnas neste ano para escolher dois novos senadores. O estado de São Paulo, que concentra 24,1% do eleitorado nacional, terá 16 candidatos na disputa por duas vagas na Câmara Alta. No total, as eleições de 2026 vão renovar 54 das 81 cadeiras do Senado Federal — o equivalente a dois terços da Casa.
Entre os concorrentes está Eliana Ferreira, candidata pelo PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados) de São Paulo. Natural de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ela tem 58 anos e é formada em direito, com pós – graduação pela FDSBC (Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo.
Atualmente, trabalha como assessora jurídica e coordena o Movimento Nacional Somos Todas Professoras.
Bandeiras e trajetória política
A educação é uma das principais bandeiras de campanha de Eliana. Ela também milita em defesa dos trabalhadores, especialmente servidores do setor público. Para a disputa deste ano, a chapa tem como suplentes Claudio Donizete, ex – diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e Veruska Tenório, professora e ativista da área da educação — ambos também filiados ao PSTU.
Esta não é a primeira vez que Eliana Ferreira tenta uma vaga no Senado. Ela já concorreu ao cargo em 2018 e foi candidata a 1ª suplente no pleito de 2022. A trajetória inclui ainda tentativas para vereadora (em 2008, 2012, 2020 e 2024), para a Prefeitura de São Bernardo do Campo (2000 e 2004) e para deputada estadual em 2002.
O papel de um senador
O que faz um senador na prática
Para concorrer ao Senado, o candidato precisa ter mais de 35 anos, estar em pleno exercício dos direitos políticos, ter filiação partidária e domicílio eleitoral no estado que pretende representar. Junto com a Câmara dos Deputados, o Senado forma o Congresso Nacional.
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Entre as atribuições dos senadores estão elaborar e aprovar leis, além de fiscalizar o Estado brasileiro. Eles também podem julgar autoridades em crimes de responsabilidade — como presidentes da República — e aprovar indicações para cargos no STF (Supremo Tribunal Federal), para procurador – geral da República e para presidentes e diretores do Banco Central.
Quem ocupa o cargo se torna inviolável civil e penalmente, só podendo ser preso em flagrante de crime inafiançável. Os senadores só podem ser levados a julgamento pelo STF.