Presidente da Câmara cobra soluções para a crise dos combustíveis

Hugo Motta diz que a Câmara vai buscar soluções com o governo para conter a alta dos combustíveis em meio à ameaça de greve dos caminhoneiros

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Foto: Reprodução

Presidente da Câmara monitora aumento de combustíveis e busca soluções conjuntas

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), manifestou nesta quarta-feira (18) preocupação com a escalada dos preços dos combustíveis. Em declarações, o parlamentar assegurou que a Câmara buscará soluções em conjunto com o governo para mitigar os impactos negativos para a população.

A declaração reflete a preocupação com a situação atual.

Motta explicou que o aumento dos preços é, em grande parte, resultado de fatores externos, como a guerra no Irã, que afeta toda a cadeia de petróleo globalmente. Essa situação, por sua vez, impacta diretamente a logística brasileira, dada a predominância do transporte rodoviário.

Ele ressaltou a dependência do país em relação aos serviços de logística oferecidos pelos caminhoneiros.

A declaração surge em um momento de crescente pressão dos caminhoneiros, que planejam uma paralisação nacional em protesto contra o alto custo do diesel. A categoria argumenta que a volatilidade do preço do barril de petróleo, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio, tornou o frete inviável economicamente.

O objetivo principal é garantir a estabilidade dos preços e proteger os interesses dos caminhoneiros.

O governo, liderado pelo PT, também tem tomado medidas para enfrentar o problema. Em 12 de março, foi anunciada uma iniciativa que inclui a redução de impostos e a criação de subsídios ao combustível. Essa medida deve gerar um impacto de R$ 30 bilhões nas contas públicas até o final de 2026.

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A ação foi motivada pela alta do preço do petróleo no mercado internacional, relacionada às tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O diesel é considerado um produto estratégico para a economia brasileira, influenciando diretamente o custo do transporte de mercadorias e, consequentemente, o preço de alimentos e outros produtos.

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