Rogério Marinho promete procurar Lula, o presidente do STF e o da Câmara se for eleito para o Senado

O candidato à presidência do Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou na sexta-feira (6) que, se eleito, não se negará a trabalhar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com o comando do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, é possível montar uma agenda comum entre os Três Poderes.
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A declaração foi dada em entrevista ao programa Pânico. Marinho disse que procurará o presidente da República, o presidente do STF e o presidente da Câmara dos Deputados para discutir essa agenda.
Marinho acena a outros partidos e pede trégua com Tereza Cristina
Na mesma entrevista, o parlamentar disse que sua candidatura não será apenas do PL e do Novo. Ele a apresentou como uma candidatura “da instituição do restabelecimento da democracia no Brasil”.
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Marinho também voltou a pedir que a direita evite ataques à senadora Tereza Cristina (PP-MS), sua adversária na disputa. Ele afirmou não ter nada contra o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e chamou o colega de “bem-humorado”.
Sobre as chances de vencer, Marinho disse contar com a bancada do PL e de partidos aliados. “Acho que temos número suficiente para dar certo”, afirmou.
Candidato defende voto aberto na eleição da Mesa e em impeachment de ministros do STF
No mesmo dia, o candidato do PL defendeu o voto aberto tanto na eleição do comando da Casa quanto na análise de processos de impeachment contra ministros do STF. Atualmente, a votação para a Mesa do Senado é secreta, e não é possível saber como cada senador votou, apenas o resultado final.
Em publicação no X (antigo Twitter), Marinho escreveu que “voto aberto é respeito ao povo brasileiro” e que o voto secreto “simboliza a atual omissão do Senado“. “Ninguém está acima da lei ou dos eleitores”, completou.
Integrantes do PL vêm defendendo a abertura do voto como forma de pressionar parlamentares eleitos com apoio do bolsonarismo que poderiam, por questões partidárias, votar pela reeleição de Alcolumbre.
Editoria:
Redação Política
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