Polícia Federal investiga ameaças de morte a Lula feitas no ChatGPT

A OpenAI não detalhou o conteúdo exato das mensagens nem informou quantos usuários estariam envolvidos. A companhia também não revelou quando os posts foram feitos ou se os responsáveis já foram identificados. A empresa afirmou que repassou os dados às autoridades competentes para investigação.
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O caso ganhou repercussão após a divulgação de que a plataforma teria recebido pedidos de remoção de conteúdos relacionados a um inquérito do STF.
O que se sabe até agora Histórico recente
A plataforma enfrenta uma série de embates com o Supremo Tribunal Federal. Em agosto de 2025, o STF determinou a suspensão do X no país após a empresa descumprir ordens judiciais relacionadas ao bloqueio de perfis investigados. O ministro Alexandre de Moraes também determinou a inclusão de representantes da empresa no inquérito das milícias digitais. A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal. A suspensão da rede social ocorreu após o prazo dado pelo ministro para que a plataforma indicasse um novo representante legal no Brasil. A empresa não cumpriu a determinação dentro do prazo estipulado. A OpenAI, por sua vez, afirmou que colabora com as autoridades e que segue as determinações judiciais aplicáveis. A empresa reforçou que adota medidas para coibir o uso indevido de suas ferramentas e que continuará repassando às autoridades conteúdos que representem risco à segurança pública. O caso segue sob investigação da Polícia Federalhtml
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A OpenAI, dona do ChatGPT, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Federal após identificar ameaças contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) feitas por usuários da plataforma. O caso foi comunicado às autoridades, que agora investigam o conteúdo.
A empresa detectou mensagens com teor de ameaça direcionadas ao presidente e decidiu repassar as informações às autoridades. A medida ocorre após a plataforma identificar publicações que violavam as regras de uso do serviço.
O que se sabe até agora
A OpenAI não detalhou o conteúdo exato das mensagens nem informou quantos usuários estariam envolvidos. A companhia também não revelou quando os posts foram feitos ou se os responsáveis já foram identificados. A empresa afirmou que repassou os dados às autoridades competentes para investigação.
O caso ganhou repercussão após a divulgação de que a plataforma teria recebido pedidos de remoção de conteúdos relacionados a um inquérito do STF.
Leia também
Histórico recente
A plataforma enfrenta uma série de embates com o Supremo Tribunal Federal. Em agosto de 2025, o STF determinou a suspensão do X no país após a empresa descumprir ordens judiciais relacionadas ao bloqueio de perfis investigados. O ministro Alexandre de Moraes também determinou a inclusão de representantes da empresa no inquérito das milícias digitais. A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal. A suspensão da rede social ocorreu após o prazo dado pelo ministro para que a plataforma indicasse um novo representante legal no Brasil. A empresa não cumpriu a determinação dentro do prazo estipulado. A OpenAI, por sua vez, afirmou que colabora com as autoridades e que adota medidas para coibir o uso indevido de suas ferramentas. A empresa reforçou que segue as determinações judiciais e mantém canais de cooperação com as investigações em andamento. O desfecho do caso dependerá do avanço das apurações da Polícia Federal.
OpenAI aciona PF após ameaças a Lula feitas no ChatGPT
A OpenAI, dona do ChatGPT, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Federal após identificar ameaças contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) feitas por usuários da plataforma. O caso foi comunicado às autoridades, que agora investigam o conteúdo.
A empresa detectou mensagens com teor de ameaça direcionadas ao presidente e decidiu repassar as informações às autoridades. A medida ocorre após a plataforma identificar publicações que violavam as regras de uso do serviço.
O que se sabe até agora
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



