PIB do Brasil surpreende: crescimento acelera e economistas reagem

PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026, e economistas reagem à retomada da economia.

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Foto: Reprodução
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PIB brasileiro acelera no primeiro trimestre de 2026 e surpreende expectativas

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil apresentou um crescimento de 1,1% no primeiro trimestre de 2026, um resultado que gerou otimismo entre economistas e especialistas. A divulgação, feita pelo IBGE na sexta-feira, 29 de maio de 2026, revelou uma expansão em diversos setores da economia, incluindo agropecuária, indústria e serviços, impulsionada pela recuperação do consumo e dos investimentos.

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O dado indica uma retomada mais forte do que o previsto inicialmente.

Resiliência da economia em meio a juros altos

Análises apontam que a economia brasileira demonstrou resiliência, mesmo com a taxa básica de juros em 14,5% ao ano. A força do mercado de trabalho, o aumento da renda e os estímulos fiscais foram identificados como fatores cruciais que sustentaram a demanda doméstica.

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Essa dinâmica positiva contribuiu para um cenário econômico mais favorável do que o esperado.

Reações de especialistas ao crescimento

Pablo Spyer, conselheiro da Ancord, destacou que o resultado reforça a resistência da atividade econômica, impulsionada pelo setor agro, pelo consumo e pelos incentivos governamentais. Mariana Rodrigues, economista da SulAmérica Investimentos, observou que o desempenho interrompeu um período de estabilidade e pode levar o Banco Central a revisar suas projeções.

Carlos Lopes, economista do banco BV, ressaltou a qualidade dos dados e a força da demanda doméstica, enquanto Roberto Dumas, estrategista-chefe da GCB, alertou para os possíveis efeitos dos estímulos governamentais sobre juros e risco fiscal.

Mercado imobiliário e cautela

André Caruso, CEO da Pilar Capital, apontou que o resultado abre oportunidades para o mercado imobiliário, mas ressaltou a necessidade de cautela devido ao alto custo do crédito. A Fiesp enfatizou o papel da indústria na sustentação do crescimento do trimestre.

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Apesar do otimismo, alguns economistas preveem desaceleração da economia nos próximos meses, com os efeitos da taxa Selic impactando o ritmo da atividade.

Carlos Lopes projetou uma desaceleração significativa para o segundo trimestre, com um crescimento mais próximo de zero. A comparação com o mesmo período de 2025 mostra um crescimento de 1,8%.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.

A Redação Economia reúne a cobertura do Clique Fatos sobre economia, negócios, mercado financeiro, agronegócio e finanças pessoais. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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