Petro é investigado nos EUA, e Iván Cepeda lidera pesquisa na Colômbia
Candidato do Pacto Histórico lidera pesquisa presidencial na Colômbia
O candidato do Pacto Histórico, Iván Cepeda, se mantém na liderança da corrida presidencial colombiana, conforme revelado pela mais recente pesquisa do GAD3 Colômbia, divulgada nesta sexta-feira (20). Os dados indicam que Cepeda possui 35% das intenções de voto, consolidando sua posição como favorito nas eleições.
A pesquisa é o primeiro levantamento realizado após as eleições legislativas de 8 de março.
Em segundo lugar, o advogado Abelardo De la Espriella, representante do grupo de extrema direita Defensores da Pátria, alcança 21% das preferências dos eleitores. Uma surpresa notável é o crescimento da candidata Paloma Valencia, que na pesquisa anterior registrava apenas 4% das intenções de voto e agora figura em terceiro lugar com 16%.
Valencia é a candidata do Centro Democrático, partido tradicionalmente ligado ao ex-presidente Álvaro Uribe Vélez.
A pesquisa também revela que Claudia López, com 4% das intenções de voto, ocupa a quarta posição. As eleições legislativas, realizadas em 8 de março, fortaleceram a presença da esquerda no Congresso colombiano. O pleito geral ocorreu em um contexto político polarizado, marcado pela disputa entre forças de direita e a coalizão governista liderada pelo presidente Gustavo Petro.
Investigação dos EUA contra o presidente Petro
Uma reportagem publicada pelo The New York Times trouxe à tona uma investigação em curso envolvendo o presidente Gustavo Petro. As autoridades americanas, através de pelo menos duas procuradorias federais, estão conduzindo um processo criminal que acusa Petro de possíveis vínculos com organizações de tráfico de drogas.
As investigações, conduzidas pelos escritórios dos procuradores federais em Manhattan e Brooklyn, na cidade de Nova York, contam com a colaboração de promotores especializados em tráfico internacional, além de agentes da DEA (Drug Enforcement Administration) e da Homeland Security Investigations (HSI).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem utilizado acusações criminais como ferramenta política, como no caso do presidente venezuelano Nicolás Maduro, capturado em 3 de janeiro de 2026.
Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.
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