Nunes Marques mantém site pró-Flávio no ar, mas manda TSE rastrear quem financia a página

Apesar disso, o ministro determinou que seja investigado quem criou, mantém e financia a página.
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Segundo a decisão, não existem, até o momento, elementos que vinculem o site à campanha de Flávio, ao próprio candidato ou ao PL. Por isso, a página segue no ar enquanto a apuração avança.
Cloudflare tem 48 horas para entregar dados ao TSE
Nunes Marques fixou prazo de 48 horas para que a Cloudflare, empresa responsável pelo registro do domínio, repasse ao Tribunal os dados cadastrais do titular do site. A ordem inclui também as informações de pagamento ligadas à página.
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A empresa ainda terá de informar o IP (Internet Protocol) real do servidor. Na prática, o dado permite identificar onde o site está de fato hospedado.
O ministro pediu ainda os registros de acesso à conta de administração desde 12 de outubro, data em que o endereço foi registrado.
Informações ficarão sob sigilo no processo
Os dados enviados pela Cloudflare não serão divulgados publicamente. Conforme a decisão de Nunes Marques, todo o material ficará sob sigilo no processo.
Com as informações em mãos, o TSE poderá verificar se há alguma ligação entre os responsáveis pelo “Flaviômetro” e a campanha de Flávio Bolsonaro ou o PL, ponto que, por ora, não foi comprovado.
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Redação Política
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