Mais de 700 vagões do metrô de Nova York formam recife artificial em Delaware

Os vagões oferecem abrigo a espécies marinhas e criam áreas para pesca e mergulho, sem substituir os recifes naturais.

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Antigos vagões do metrô de Nova York foram afundados no oceano Atlântico e passaram a integrar recifes artificiais que abrigam diferentes espécies marinhas.
Antigos vagões do metrô de Nova York foram afundados no oceano A...
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Centenas de antigos vagões do metrô de Nova York foram afundados de propósito no oceano Atlântico para formar recifes artificiais. A iniciativa começou em 2001, durante a renovação da frota, e levou parte dos trens aposentados à costa dos Estados Unidos, incluindo a região de Delaware.

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Os vagões passaram a oferecer abrigo a espécies marinhas em áreas de fundo predominantemente arenoso. Mais de duas décadas depois, as estruturas seguem no oceano e também ajudam a criar espaços voltados à pesca e ao mergulho, sem substituir os recifes naturais.

Mais de 700 vagões formaram o Redbird Reef

Com a retirada dos modelos mais antigos de circulação, a autoridade responsável pelo transporte público de Nova York precisava definir o destino dos veículos que não seriam mais usados. Entre eles estavam os Redbirds, trens reconhecidos pela pintura vermelha e por sua longa trajetória nos trilhos da cidade.

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Em vez de encaminhar todos os vagões para a reciclagem, parte foi separada para projetos de recifes artificiais ao longo da costa atlântica. Um dos principais pontos escolhidos foi o Redbird Reef, a aproximadamente 26 quilômetros da costa de Delaware.

Segundo o Departamento de Recursos Naturais e Controle Ambiental do estado, mais de 700 vagões foram usados para compor o recife. O projeto consistiu em instalar estruturas no fundo do mar para oferecer abrigo a diferentes espécies.

Vagões foram preparados antes de ir ao mar

Antes do transporte, os trens passaram por uma preparação. Componentes e materiais considerados inadequados para o ambiente marinho foram retirados das estruturas.

Depois dessa etapa, embarcações levaram os vagões até pontos previamente definidos, onde foram lançados ao mar. A destinação planejada, portanto, não foi resultado de um acidente nem de descarte clandestino.

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Estruturas passaram a abrigar vida marinha

Com o tempo, os vagões metálicos passaram a servir de proteção para peixes. Organismos marinhos também encontraram nas superfícies dos trens locais onde poderiam se fixar.

Em uma área cujo fundo é predominantemente arenoso, as estruturas passaram a oferecer abrigo a diferentes espécies. O projeto também favoreceu a criação de áreas para pesca e mergulho, embora os recifes artificiais não substituam os naturais.

A iniciativa começou em 2001, no contexto da renovação da frota do metrô de Nova York. Mais de duas décadas depois, os antigos trens continuam no oceano Atlântico, longe das estações e dos passageiros que transportaram durante anos, e integram uma paisagem submarina onde servem de abrigo a animais marinhos.

A Redação Variedades reúne a cobertura do Clique Fatos sobre horóscopo, comportamento e curiosidades. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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