Clint Eastwood impediu projeto de 60 casas; antiga fazenda agora funciona como hotel

O hotel em Carmel preserva edifícios históricos e áreas de pastagem, enquanto a propriedade Teháma mantém 85% do terreno como espaço aberto.

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Clint Eastwood, ator e diretor norte-americano que também investiu na recuperação de uma fazenda histórica na Califórnia.
Clint Eastwood, ator e diretor norte-americano que também invest...
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Clint Eastwood comprou, em 1986, uma antiga fazenda de laticínios em Carmel, na costa da Califórnia, para evitar que o terreno fosse transformado em um conjunto residencial. Hoje, o Mission Ranch funciona como hotel e restaurante, com construções históricas e paisagens rurais.

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A compra dos cerca de 8,9 hectares foi estimada em US$ 5,5 milhões, segundo informações divulgadas na época pela agência de notícias UPI. Em vez de demolir os edifícios, Eastwood investiu na restauração das estruturas existentes.

Mission Ranch mantém construções históricas em Carmel

Mission Ranch foi ameaçado por projeto residencial

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A história do local começou no século XIX, quando o terreno era usado para a produção de laticínios. Ao longo das décadas, a área teve diferentes usos, mas preservou parte das construções originais e da paisagem rural.

Na década de 1980, havia a possibilidade de transformar a propriedade em um conjunto residencial com aproximadamente 60 unidades habitacionais. Eastwood, que já tinha ligação com Carmel, adquiriu o terreno para impedir o avanço do projeto.

Atualmente, o Mission Ranch oferece 31 acomodações, distribuídas por diferentes edifícios. A propriedade mantém áreas de pastagem onde ovelhas circulam e tem vista para o Oceano Pacífico e a paisagem costeira de Carmel.

Eastwood também ocupou o cargo de prefeito de Carmel. A iniciativa no Mission Ranch integra uma relação antiga do ator e diretor norte-americano com a região.

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Teháma mantém 85% da área como espaço aberto

Outra iniciativa associada a Eastwood é o Teháma, empreendimento residencial de luxo nas colinas próximas a Carmel, com vista para o Oceano Pacífico. O projeto ocupa aproximadamente 825 hectares, mas apenas uma parcela da área foi destinada a construções.

Segundo informações divulgadas pelo próprio empreendimento, cerca de 85% do terreno permanece como espaço aberto. O restante abriga residências, infraestrutura e instalações de lazer.

A comunidade foi planejada com 90 lotes residenciais, distribuídos entre áreas de vegetação e colinas. O projeto prevê o reaproveitamento de água para irrigação e o uso de energia solar em parte das instalações.

Embora tenha finalidade imobiliária, o Teháma tem ocupação limitada em relação à extensão total do terreno. Aos 96 anos, Eastwood mantém seu nome associado às duas iniciativas, que contribuíram de maneiras diferentes para conservar características da paisagem de Carmel.

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