Marinho precisa de 41 votos para presidir o Senado em 2027 e busca apoio fora do PL

Com a eleição marcada para 1º de fevereiro de 2027, a reunião do PL testa a força do líder da oposição contra Davi Alcolumbre.

2 min

Missão: Rogério Marinho é o responsável pelo programa de governo do PL | Foto: Reprodução/Veja
Missão: Rogério Marinho é o responsável pelo programa de governo...
▼

Rogério Marinho (PL-RN) reúne aliados na quarta-feira para tentar viabilizar sua candidatura à presidência do Senado. A eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027, e o encontro deve servir de teste para a força do nome dele fora do próprio partido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reunião de lideranças do PL pode oficializar o lançamento do líder da oposição, com apoio do Novo. O objetivo é mostrar que Marinho consegue agregar votos de outras legendas para enfrentar Davi Alcolumbre (União-AP).

Tereza Cristina mantém candidatura e disputa apoios

Tereza Cristina (PP-MS) também segue na disputa e deixou seu nome à disposição. Ela tenta conquistar parlamentares que não querem a recondução de Alcolumbre, mas também resistem a Marinho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aliados da senadora avaliam que ela tem bom trânsito com diferentes grupos da Casa, o que, segundo eles, pode ampliar o campo da direita. Na terça-feira, Marinho disse que os dois não vão disputar um contra o outro. Tereza, porém, não confirmou esse entendimento e repetiu que quer ser a primeira mulher a presidir o Senado.

Derrota de Flávio Bolsonaro enfraquece o PL na negociação

A articulação acontece depois da derrota de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para Lula. Com isso, o PL perdeu a chance de conduzir as conversas com o peso de uma vitória nacional.

A permanência de Lula no Planalto ajuda Alcolumbre, que já recebeu sinais de apoio de partidos governistas e de centro, além do respaldo de União Brasil e PP. Mesmo com a maior bancada do Senado, o PL precisa de votos de fora para chegar aos 41 votos necessários.

Aliados de Marinho miram dissidências e pedem votos abertos

Para somar apoios, o grupo de Marinho pretende atrair senadores de legendas cujas direções estão alinhadas a Alcolumbre. A ideia é aproveitar as divisões internas dessas siglas.

Leia também

Para diminuir o risco de deserções, Marinho defende que os senadores de direita tornem públicas suas escolhas.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!