Lula disputa a Presidência pela sétima vez e lidera as pesquisas de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega às eleições de 2026 para disputar pela sétima vez a Presidência da República e tentar um novo mandato no Palácio do Planalto.
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Aos 80 anos, ele aparece como líder nas pesquisas recentes de intenção de voto. O principal adversário, segundo levantamentos divulgados recentemente, é Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Retorno à disputa presidencial após décadas
Lula disputou a Presidência pela primeira vez em 1989, quando perdeu para Fernando Collor de Mello no segundo turno, na primeira eleição direta após a redemocratização. Depois, foi derrotado por Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998.
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A primeira vitória veio em 2002, quando ele venceu José Serra. Assumiu o cargo na Presidência brasileira em janeiro de 2003. Em 2006, foi reeleito ao derrotar Geraldo Alckmin, então no PSDB.
Trajetória política: do metalúrgico ao Planalto
Nascido em 27 de outubro de 1945, em Garanhuns (PE), Lula mudou-se para São Paulo ainda criança. Começou a trabalhar ainda adolescente, tornou-se metalúrgico e se consolidou como líder sindical.
Sua atuação foi tão relevante que ele chegou à presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema; nesse período ganhou projeção nacional por liderar greves na região nos anos 70. Em 1980, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT).
Em 2018, ficou fora da disputa presidencial por causa das condenações na Operação Lava Jato.
As decisões judiciais foram posteriormente anuladas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou ilegítima a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar os processos. Com os direitos políticos restabelecidos, enfrentou Jair Bolsonaro e venceu o segundo turno de 2022 com 60,3 milhões de votos, contra 58,2 milhões do então presidente. A disputa atual ocorre em cenário polarizado, com Lula diante de uma oposição forte, ancorada no bolsonarismo.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.
Editoria:
Redação Política
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