Lula descarta corte de gastos e aposta em crescimento para resolver fiscal

Lula defende equilíbrio fiscal sem cortar programas sociais e cita diálogo entre Poderes para destravar pautas prioritárias.

4 min

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante sabatina na TV Globo nesta quinta-feira (15).

Lula defende crescimento com renda e critica ajuste fiscal que atinja pobres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo não vai perseguir um ajuste fiscal que prejudique a população mais pobre. A declaração foi dada em meio ao debate sobre o corte de gastos públicos, e o petista defendeu uma política de crescimento econômico com geração de emprego e renda.

Na avaliação do presidente, o caminho para equilibrar as contas públicas não pode passar por medidas que atinjam quem mais depende dos serviços do Estado. Ele citou programas sociais e políticas de transferência de renda como prioridades que precisam ser mantidas.

Lula também voltou a defender o diálogo entre os Poderes como forma de destravar pautas importantes para o país. A fala ocorre em um momento em que o governo busca ajustar o orçamento sem comprometer as áreas sociais.

O que disse o presidente

Segundo o presidente, a solução para o país não é cortar investimentos em áreas essenciais. Ele defendeu que a equipe econômica siga buscando equilíbrio fiscal sem sacrificar políticas públicas. Lula também comentou a relação entre os Três Poderes. Para ele, a harmonia entre Executivo, Legislativo e Judiciário é fundamental para que o país avance em pautas prioritárias. O presidente ainda reforçou que decisões importantes precisam ser tomadas com diálogo. A declaração foi dada durante evento em Brasília, na quarta-feira (7), sem citar casos específicos. ## O que diz o governo Ainda na quarta-feira (7), Lula voltou a defender a necessidade de ajuste fiscal. Ele afirmou que o governo está comprometido em equilibrar as contas públicas sem interromper programas sociais. O presidente também comentou as negociações no Congresso. Segundo ele, o diálogo com parlamentares segue aberto para destravar pautas consideradas prioritárias pelo governo. ## Próximos passos O governo não detalhou novas medidas para as próximas semanas. A expectativa é que os próximos anúncios ocorram após a conclusão das negociações em curso, conforme o próprio presidente indicou.

Lula defende crescimento com renda e critica ajuste fiscal que atinja pobres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo não vai perseguir um ajuste fiscal que prejudique a população mais pobre. A declaração foi dada em meio ao debate sobre o corte de gastos públicos, e o petista defendeu uma política de crescimento econômico com geração de emprego e renda.

Na avaliação do presidente, o caminho para equilibrar as contas públicas não pode passar por medidas que atinjam quem mais depende dos serviços do Estado. Ele citou programas sociais e políticas de transferência de renda como prioridades que precisam ser mantidas.

Lula também voltou a defender o diálogo entre os Poderes como forma de destravar pautas importantes para o país. A fala ocorre em um momento em que o governo busca ajustar o orçamento sem comprometer as áreas sociais.

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O que disse o presidente

Segundo o presidente, a solução para o país não é cortar investimentos em áreas essenciais. Ele defendeu que a equipe econômica siga buscando equilíbrio fiscal sem sacrificar políticas públicas. Lula também comentou a relação entre os Três Poderes.

Para ele, a harmonia entre Executivo, Legislativo e Judiciário é fundamental para que o país avance em pautas prioritárias. O presidente ainda reforçou que decisões importantes precisam ser tomadas com diálogo. A declaração foi dada durante evento em Brasília, na quarta-feira (7), sem citar casos específicos.

O que diz o governo

Ainda na quarta-feira (7), Lula voltou a defender a necessidade de ajuste fiscal. Ele afirmou que o governo está comprometido em equilibrar as contas públicas sem interromper programas sociais. O presidente também comentou as negociações no Congresso.

Segundo ele, o diálogo com parlamentares segue aberto para destravar pautas consideradas prioritárias pelo governo.

Próximos passos

O governo não detalhou novas medidas para as próximas semanas.

A expectativa é que

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