Juiz Aceita Denúncia Contra Marcola em Caso PCC

Juiz aceita denúncia contra Marcola em caso envolvendo PCC e lavagem de dinheiro, intensificando investigação da Operação Vérnix

22/06/2026 21:36

2 min

| Reprodução/Instagram @deolane – 9.mai.2026
| Reprodução/Instagram @deolane – 9.mai.2026

O juiz Deyvison Heberth dos Reis, da 3ª Vara de Presidente Venceslau, em São Paulo, aceitou na última sexta-feira, 18 de junho de 2026, a denúncia formalizada pelo Ministério Público de São Paulo. A decisão judicial determinou que a influenciadora Marcola e outros seis indivíduos passem a figurar na condição de réus em um processo que investiga os crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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O caso está diretamente ligado aos desdobramentos da Operação Vérnix, um grande inquérito que apura conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Operação Vérnix: Acusações e Status dos Réus

A denúncia foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Presidente Prudente, e foi protocolada pelo promotor Lincoln Gakiya, juntamente com outros seis membros do Ministério Público. O processo envolve, no total, seis investigados que agora respondem criminalmente: Deolane Bezerra, Marcola, Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior e Everton de Souza.

Com o recebimento da peça acusatória, o processo segue em fase de instrução, momento em que os réus terão o direito de apresentar sua defesa e contestar as imputações. Enquanto o processo tramita, Deolane Bezerra permanece sob custódia preventiva no Complexo Penal Feminino de Tupi Paulista.

Em um movimento processual paralelo, o magistrado também rejeitou um pedido feito pela defesa de Deolane, que buscava a transferência de sua custódia, reforçando a continuidade do processo judicial contra os envolvidos.

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Mecanismos de Lavagem de Dinheiro e Defesas Jurídicas

A investigação aponta para um esquema complexo de movimentação financeira, focado na lavagem de dinheiro. Segundo os autos, o esquema utilizava a movimentação de recursos ilícitos para ocultar sua origem, um crime grave que visa desestabilizar o sistema econômico.

As defesas apresentadas pelos acusados contestam as acusações, argumentando que as transações financeiras em questão não possuem o nexo causal com atividades criminosas. Os advogados defendem a inocência de seus clientes, buscando demonstrar a legalidade de cada transação.

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Em um movimento estratégico, os advogados buscaram a revisão das condições de prisão, alegando que o cerne da acusação reside em fatos que não justificam a manutenção do estado de custódia cautelar. Contudo, o Ministério Público manteve a acusação, reforçando a gravidade dos indícios de envolvimento em crimes financeiros.

A complexidade do caso exige um profundo exame de todas as provas, que serão analisadas em audiências futuras, determinando o curso da ação penal e o destino dos acusados.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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