Governo Desmantela Operação: Financiamento Criminoso Revelado em Escândalo!

Governo expõe esquema de financiamento criminoso! Operação Carbono Oculto mira fintechs e desvios fiscais. Investigações revelam R$ 26 bilhões em transações

15/06/2026 09:58

2 min

Governo Desmantela Operação: Financiamento Criminoso Revelado em Escândalo!
(Imagem de reprodução da internet).

Operação Carbono Oculto: Governo Visa Restringir Financiamento de Organizações Criminosas

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, que o governo federal intensificará os esforços para dificultar o financiamento das organizações criminosas investigadas na nova fase da operação Carbono Oculto.

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A ação conjunta, envolvendo a Receita Federal, o Ministério Público de São Paulo e outros órgãos, visa desmantelar esquemas de lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e sonegação fiscal, com foco no setor de pagamentos.

Durigan enfatizou que a Receita Federal está concentrando seus esforços em identificar e interromper o fluxo financeiro que sustenta o crime organizado. Ele destacou que as investigações revelaram um volume significativo de movimentações financeiras, incluindo o apreensão de R$ 1 bilhão em dinheiro e R$ 26 bilhões em transações em seis fintechs nos últimos anos.

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A ampliação da base de dados da e-Financeira, obrigação das instituições financeiras, foi crucial para o avanço das investigações.

O ministro criticou a postura de alguns políticos e influenciadores conservadores que, segundo ele, se opuseram à expansão do sistema de informações da Receita Federal. Ele informou que a maior disponibilidade de dados permitiu a identificação de mais seis fintechs envolvidas no esquema.

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As empresas investigadas são: Ceopag Instituição de Pagamento, America Payment, Sispay Instituição de Pagamento, Smart Solutions Instituição de Pagamento, YAW Instituição de Pagamento e Ello Gestora de Recursos.

A superintendente da Receita Federal, Márcia Meng, ressaltou a importância da colaboração entre os órgãos estaduais e federais para o sucesso da operação. Ela afirmou que a atuação conjunta tem acelerado o andamento das investigações. As fintechs investigadas operavam como “bancos paralelos”, utilizados para ocultar recursos ilícitos.

Entre 2022 e 2025, as empresas movimentaram mais de R$ 26 bilhões.

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Além das atividades de lavagem de dinheiro, a operação também identificou fraudes envolvendo a utilização de nafta petroquímica para adulterar combustíveis, gerando prejuízos de aproximadamente R$ 200 milhões em impostos sonegados em dois anos.

A investigação também apontou transações de pelo menos R$ 365 milhões em criptoativos associadas às empresas suspeitas.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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