Forças Armadas dos EUA intensificam ataques contra o Irã pelo 13° dia consecutivo
As forças armadas dos Estados Unidos intensificaram seus ataques contra o Irã, conforme anunciou o CENTCOM (Comando Central dos EUA) em uma publicação na rede social X nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026. De acordo com a instituição, esta é a 13ª noite consecutiva de ofensivas, com o objetivo de responsabilizar o país e diminuir as ameaças representadas pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica ao transporte marítimo comercial.
Os ataques começaram às 18h 45, no horário da costa leste americana (19h 45 em Brasília). A escalada do conflito ocorre em meio a um aumento das hostilidades entre os dois países.
Posição do presidente americano
Mais cedo, durante uma visita à Agência de Proteção Ambiental, o presidente Donald Trump deixou claro que ainda não está disposto a negociar um novo cessar-fogo com o Irã. Ele afirmou que os iranianos “precisam de mais do mesmo”, após dias seguidos de ataques aéreos. “Estamos indo muito bem em relação à República Islâmica do Irã; estamos indo extremamente bem”, declarou Trump.
Ao comentar sobre as intenções dos líderes iranianos, Trump classificou – as como “malignas” e reiterou seu compromisso em impedir que o Irã desenvolva armas nucleares.
Contexto do conflito
A atual ofensiva dos EUA contra o Irã se intensificou após uma série de ataques iranianos a navios no estratégico Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte de petróleo no mundo. Desde então, os preços globais do petróleo voltaram a patamares próximos de 100 dólares por barril.
Além das ações aéreas, os EUA também reimpuseram um bloqueio naval aos navios iranianos no estreito, aumentando as tensões na região. As forças americanas têm atacado alvos estratégicos dentro do território iraniano nos últimos dias, como parte de uma estratégia mais ampla para conter as atividades hostis do regime.
Repercussão internacional
A escalada militar pode provocar uma resposta não apenas do Irã, mas também afetar outros países da região que têm interesses econômicos e políticos no Golfo Pérsico.
A possibilidade de um conflito armado mais amplo preocupa analistas e líderes mundiais.
Com essa nova fase de confrontos, observa-se um aumento nas discussões sobre as políticas externas dos Estados Unidos e como elas podem impactar não apenas suas relações bilaterais com o Irã, mas também sua posição estratégica em outras partes do mundo.
A crescente tensão entre os dois países continua sendo monitorada atentamente por especialistas e autoridades internacionais, que buscam entender as possíveis consequências dessa escalada militar na segurança global e nas economias dependentes do petróleo.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
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