EUA classificam PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas

A designação como organizações terroristas estrangeiras vale a partir de 5 de junho; Brasil e México discordam da medida.

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Foto: Reprodução
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Classificação do PCC e do CV como terroristas gera repercussão internacional

A decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas causou impacto na mídia internacional na quinta-feira, 28 de maio de 2026. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, através de suas redes sociais.

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O movimento gerou manchetes como “Após nova pressão dos Bolsonaros, EUA classificam gangues brasileiras como grupos terroristas”, indicando uma escalada na relação entre os governos.

A decisão foi vista como um trunfo para o senador Flávio Bolsonaro (PL), de 45 anos, que defendia a medida.

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Fontes apontam que, desde seu retorno à Casa Branca para um segundo mandato, Donald Trump tem buscado a designação de “terroristas” para diversas redes criminosas latino-americanas. A medida tem gerado divergências entre países: México e Brasil manifestaram forte discordância, enquanto Equador e Honduras, com governos de direita, apoiaram a decisão.

A análise da situação demonstra a complexidade das relações internacionais e a influência de diferentes atores no cenário global.

Decisão dos EUA e justificativas

O Departamento de Estado dos Estados Unidos formalizou a classificação do PCC e do CV como organizações “terroristas” na quinta-feira, 28 de maio de 2026. As duas facções já haviam recebido a designação de “terroristas globais especialmente designados” e agora serão enquadradas como “organizações terroristas estrangeiras” a partir de 5 de junho.

A justificativa apresentada pelo governo norte-americano é que CV e PCC estão entre as “organizações criminosas mais violentas do Brasil”.

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Segundo o Departamento de Estado, as facções comandam milhares de integrantes e executam “ataques brutais” contra policiais, autoridades públicas e civis. A decisão também destaca que as atividades dessas organizações ultrapassam o território brasileiro, alcançando outros países da América do Sul e os Estados Unidos.

A medida representa um esforço para combater o crime organizado e a violência, com foco em grupos considerados particularmente perigosos.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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