Esposa atualiza saúde de Lito Sousa após início de tratamento experimental contra doença rara

A esposa do influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, de 41 anos, atualizou na última quarta – feira (23) o estado de saúde do marido, que iniciou um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt – Jakob (DCJ). Ela afirmou que, até o momento, não há mudanças significativas no quadro clínico.
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“Por enquanto, não tenho nenhuma notícia com mudanças para trazer para vocês. É algo com que a gente precisa ter muita paciência”, disse Mila. Ela comparou o ritmo da evolução da doença com a ação do remédio. “Enquanto o remédio leva semanas para atingir o ápice do efeito, a doença avança em semanas, então a gente tem dois timings ali completamente diferentes acontecendo.”
Atualização sobre o estado de saúde de Lito Sousa
Lito, de 59 anos, foi diagnosticado com a doença rara em agosto. O medicamento experimental, chamado ALN-6457, chegou ao Brasil no começo do mês em uma operação de urgência. A medicação ainda está em estágio prévio ao desenvolvimento clínico para a DCJ, sem estudos formais iniciados em seres humanos.
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Lito será o primeiro humano a receber o composto.
Autorização excepcional da Anvisa. A doença de Creutzfeldt – Jakob é provocada por um príon — uma partícula de proteína anormal, altamente estável e resistente a métodos de desinfecção físico – química convencionais. Por sua evolução rápida, letal e irreversível, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização excepcional para o uso do medicamento em 4 de setembro.
Outro fator que motivou a liberação foi a falta de patrocinador ou representante responsável pelo ALN-6457 no Brasil. O Hospital Israelita Albert Einstein, onde Lito realiza o tratamento, solicitou a autorização para uso individual por meio de importação por pessoa física.
O pedido ocorreu após o influenciador ser aceito em um programa de uso compassivo de uma empresa no exterior.
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Ritmo da doença e expectativas. Mila reforçou que a família mantém a paciência como principal aliada neste momento. “A velocidade da doença é um ritmo muito grande, e a velocidade do remédio é outro ritmo completamente diferente”, explicou. O tratamento experimental ainda não tem resultados concretos, e a expectativa é de que as próximas semanas tragam algum indicativo sobre a eficácia da medicação.
A autorização excepcional da Anvisa considerou justamente o caráter urgente do caso. Como a DCJ não tem cura e avança rapidamente, a liberação do uso do ALN-6457 foi tratada como medida excepcional para tentar conter a progressão dos sintomas.
Autor(a):
Gabriel Furtado
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.



