Dados de brasileiros são vendidos na dark web por menos de R 70, aponta pesquisa

Dados pessoais de brasileiros já circulam na internet e podem ser vendidos na dark web, segundo uma pesquisa da NordVPN divulgada neste mês. O levantamento aponta que informações como cartões, contas de e – mail e serviços de streaming estão entre os itens que despertam o interesse de criminosos.
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A pesquisa mostra uma diferença entre a preocupação declarada pelos brasileiros com a privacidade e os dados que, na prática, aparecem no mercado da chamada ‘internet paralela’. Enquanto parte da população teme perder o controle sobre suas informações, criminosos negociam conjuntos de dados pessoais e financeiros.
Pesquisa mostra preocupação com privacidade
De acordo com o levantamento, 37% dos brasileiros afirmam temer que informações pessoais estejam circulando pela internet sem conhecimento. O percentual revela o receio de que dados sejam compartilhados ou utilizados sem autorização dos próprios titulares.
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Essa preocupação envolve informações que podem identificar uma pessoa ou permitir o acesso a serviços. Entre os dados citados pela pesquisa estão cartões, contas de e – mail e serviços de streaming. Esses itens aparecem entre os mais comercializados na ‘internet paralela’.
Na prática, o levantamento traça um contraste entre o que os brasileiros dizem sobre proteção de dados e a existência de informações pessoais disponíveis para negociação. A circulação ocorre sem que os titulares necessariamente saibam que seus dados foram expostos.
Quanto custam os dados vendidos na dark web
Os valores variam conforme o tipo de informação oferecida. Cartões de pagamento roubados têm preço mediano de cerca de US 13 (R 67), segundo a pesquisa da NordVPN.
Já um conjunto conhecido como “fullz” chega a US 40 (R 208). Esse tipo de pacote pode reunir diferentes informações de uma mesma pessoa, aumentando a quantidade de dados disponíveis para quem compra.
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Entre os dados que podem estar incluídos em um “fullz” estão nome completo, data de nascimento e endereço. O pacote também pode conter informações de cartões, ampliando o volume de dados pessoais e financeiros reunidos.
A diferença entre os preços citados no levantamento está relacionada ao conteúdo oferecido. Um cartão de pagamento roubado aparece com preço mediano de US 13 (R 67), enquanto o “fullz” pode alcançar US 40 (R 208) por concentrar informações como nome completo, data de nascimento, endereço e dados de cartões.
O que os dados revelam sobre a exposição
Os números apresentados pela NordVPN indicam que a exposição não se limita a um único tipo de informação. Cartões, contas de e – mail e serviços de streaming aparecem no levantamento ao lado de dados pessoais capazes de identificar diretamente os brasileiros.
Quando essas informações são reunidas, o conjunto comercializado pode incluir elementos de identificação e dados financeiros. A pesquisa cita essa combinação ao descrever o “fullz”, que pode conter nome completo, data de nascimento, endereço e informações de cartões.
O levantamento também relaciona a circulação desses dados ao temor manifestado por 37% dos brasileiros. Para esse grupo, informações pessoais podem estar disponíveis na internet sem que os titulares tenham conhecimento, enquanto a pesquisa mostra que esses mesmos dados despertam interesse de criminosos.
A pesquisa da NordVPN, divulgada neste mês, apresenta os preços como valores medianos para os dados citados. Cartões de pagamento roubados aparecem por cerca de US 13 (R 67), e o “fullz”, com informações mais amplas, pode chegar a US 40 (R 208.
Autor(a):
Sofia Martins
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.



