Criatividade é apontada por CEOs como competência decisiva de liderança
Muitos estudantes de áreas criativas — como artes e design – frequentemente se deparam com a mesma pergunta em ambientes acadêmicos ou profissionais: “E isso serve para quê realmente no mercado?”. Essa dúvida sobre o retorno prático das carreiras não é nova na trajetória desses jovens talentos.
No entanto, um dos maiores estudos já realizados envolvendo CEOs globais trouxe uma resposta que desafia completamente esse senso comum arraigado entre os setores tradicionais do empresariado.
O que diz o estudo
Longe de representar somente um diferencial agradável ter dentro da liderança corporativa, segundo relatos coletados com executivos líderes em diversos países e indústrias, a criatividade se estabelece como competência fundamental para qualquer gestor moderno.
Os CEOs entrevistados não tratam o talento artístico ou o design como meros “extras” no currículo; para eles, essa capacidade é decisiva em decisões estratégicas complexas. O estudo sugere abandonar a ideia de que a arte deve ficar em último lugar nas prioridades das empresas.
A visão dos CEOs sobre liderança
Para os altos executivos analisados pela pesquisa global, possuir um alto grau criativo deixou de ser apenas vantajoso e passou a se consolidar como talvez até mesmo a competência mais determinante para alcançar resultados significativos em qualquer setor.
Em vez de verem o conhecimento artístico ou design simplesmente voltado ao consumo estético — que é sua função aparente —, esses líderes enxergam nele uma ferramenta poderosa. Essa capacidade permite não só resolver problemas do mercado, mas também antecipá-los.
O papel da inovação na carreira
A mensagem central transmitida por essa análise global sugere um alinhamento necessário entre as formações acadêmicas e os requisitos do mundo empresarial contemporâneo. A criatividade deixou de ser vista como nicho cultural para se tornar pilar estratégico.
Portanto, é preciso entender o valor das áreas artísticas: elas dão a base para soluções originais, capazes de redefinir mercados ou otimizar processos dentro das empresas.
Em suma, dominar essas habilidades não garante apenas uma carreira: pode abrir caminho para um papel decisivo no mercado.
Editoria:
Redação Economia
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