Criatividade é apontada por CEOs como competência decisiva de liderança

Estudo global com executivos coloca a criatividade entre as habilidades mais importantes para líderes, contrariando a ideia de que artes e design têm pouco valor no mercado.

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Inovação; criatividade; ideias | Foto: Getty Images
Inovação; criatividade; ideias | Foto: Getty Images

Muitos estudantes de áreas criativas — como artes e design – frequentemente se deparam com a mesma pergunta em ambientes acadêmicos ou profissionais: “E isso serve para quê realmente no mercado?”. Essa dúvida sobre o retorno prático das carreiras não é nova na trajetória desses jovens talentos.

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No entanto, um dos maiores estudos já realizados envolvendo CEOs globais trouxe uma resposta que desafia completamente esse senso comum arraigado entre os setores tradicionais do empresariado.

O que diz o estudo

Longe de representar somente um diferencial agradável ter dentro da liderança corporativa, segundo relatos coletados com executivos líderes em diversos países e indústrias, a criatividade se estabelece como competência fundamental para qualquer gestor moderno.

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Os CEOs entrevistados não tratam o talento artístico ou o design como meros “extras” no currículo; para eles, essa capacidade é decisiva em decisões estratégicas complexas. O estudo sugere abandonar a ideia de que a arte deve ficar em último lugar nas prioridades das empresas.

A visão dos CEOs sobre liderança

Para os altos executivos analisados pela pesquisa global, possuir um alto grau criativo deixou de ser apenas vantajoso e passou a se consolidar como talvez até mesmo a competência mais determinante para alcançar resultados significativos em qualquer setor.

Em vez de verem o conhecimento artístico ou design simplesmente voltado ao consumo estético — que é sua função aparente —, esses líderes enxergam nele uma ferramenta poderosa. Essa capacidade permite não só resolver problemas do mercado, mas também antecipá-los.

O papel da inovação na carreira

A mensagem central transmitida por essa análise global sugere um alinhamento necessário entre as formações acadêmicas e os requisitos do mundo empresarial contemporâneo. A criatividade deixou de ser vista como nicho cultural para se tornar pilar estratégico.

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Portanto, é preciso entender o valor das áreas artísticas: elas dão a base para soluções originais, capazes de redefinir mercados ou otimizar processos dentro das empresas.

Em suma, dominar essas habilidades não garante apenas uma carreira: pode abrir caminho para um papel decisivo no mercado.

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