Coreia do Sul atinge recorde histórico de 41,4°C em Yangsan durante onda de calor

O recorde histórico de 41,4°C em Yangsan evidencia a severidade da onda de calor que afeta a Coreia do Sul, gerando preocupações sobre mudanças climáticas.

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Mulher tenta se refrescar bebendo água durante uma onda de calor em Londres, Reino Unido, em 26 de maio de 2026 | Foto: Reprodução

A Coreia do Sul registrou nesta sexta-feira (31) uma marca histórica de temperatura, atingindo níveis sem precedentes desde o início das medições meteorológicas modernas. Por conta de uma onda de calor prolongada, algumas regiões do país enfrentam termômetros acima de 40 °C pelo terceiro dia consecutivo.

O recorde foi registrado na cidade de Yangsan, localizada no sudeste, onde os termômetros marcaram 41,4°C às 13h 40, no horário local, conforme informações da KMA (Administração Meteorológica da Coreia).

Esse novo recorde superou a marca anterior de 41,0°C, que havia sido registrada em Hongcheon em agosto de 2018. Yangsan experimentou temperaturas extremas por três dias seguidos, refletindo a severidade da onda de calor que atinge grande parte do território sul-coreano.

Condições climáticas e alertas

Em resposta ao aumento intenso nas temperaturas, a KMA emitiu um alerta máximo para algumas áreas da província de Gyeongsang do Sul, incluindo Yangsan. Além disso, avisos e alertas relacionados ao calor permanecem ativos em várias regiões da Coreia do Sul.

Um porta-voz da KMA comentou sobre a importância deste registro: “Os dados que coletamos com o sistema de observação ASOS começaram em 1973. Portanto, os 41,4 graus medidos em Yangsan representam a temperatura mais alta observada em nossos registros desde então.”

Causas da onda de calor

A KMA atribui o calor extremo que se espalha por toda a Coreia do Sul à combinação de sistemas de alta pressão provenientes do Pacífico Norte e do Tibete. Esses sistemas atuaram como uma tampa sobre a Península Coreana, retendo o calor no interior e permitindo que as temperaturas se elevassem consideravelmente.

Ao mesmo tempo, essa configuração climática limitou a formação de nuvens e precipitações, exacerbando ainda mais as condições quentes.

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Além disso, meteorologistas estão monitorando o tufão Dolphin no Pacífico ocidental. A trajetória desse tufão poderá influenciar as condições climáticas na Península Coreana na próxima semana. No entanto, o impacto específico que ele terá sobre a atual onda de calor ainda permanece incerto.

Repercussões e preocupações futuras

Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

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