CMN aprova linha de crédito para empresas aéreas e promete alívio no setor

CMN aprova nova linha de crédito para empresas de transporte aéreo, visando mitigar impactos do conflito no Oriente Médio. Descubra os detalhes!

23/04/2026 22:01

2 min

CMN aprova linha de crédito para empresas aéreas e promete alívio no setor
(Imagem de reprodução da internet).

CMN Aprova Linha de Crédito para Empresas de Transporte Aéreo

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (23) uma nova linha de crédito destinada ao capital de giro de empresas do setor de transporte aéreo. A resolução, que já entra em vigor imediatamente, regulamenta a medida de apoio às companhias aéreas anunciada pelo governo no início do mês.

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Essa iniciativa faz parte de um conjunto de ações do governo para minimizar os impactos do conflito no Oriente Médio sobre o mercado interno. O principal objetivo é atenuar os efeitos de recentes aumentos nos custos operacionais, especialmente em relação à alta dos preços dos combustíveis.

Detalhes da Linha de Crédito

Os empréstimos serão financiados com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e poderão ser concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por instituições financeiras credenciadas. As operações não contarão com garantia do Tesouro Nacional, o que significa que não haverá impacto primário nas contas da União, sendo o risco de crédito totalmente assumido pelas instituições financeiras envolvidas.

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Conforme a resolução, o FNAC receberá uma remuneração de 4% ao ano, além de encargos das instituições financeiras, que estarão dentro de limites previamente estabelecidos. O prazo para reembolso é de até sessenta meses, com a possibilidade de até doze meses de carência para o pagamento do principal, proporcionando maior flexibilidade financeira às empresas no curto prazo.

O Ministério da Fazenda destacou que a medida visa garantir a continuidade da oferta de transporte aéreo e a conectividade nacional, reduzindo a necessidade de repasse imediato de custos aos consumidores e minimizando os riscos de descontinuidade operacional no setor.

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Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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