Alcolumbre não deve pautar a PEC da Segurança Pública, e governo busca alternativas

Davi Alcolumbre decide não pautar a PEC da Segurança Pública, deixando o governo Lula 3 em busca de novas estratégias. O que vem por aí?

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Foto: Reprodução
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Presidente do Senado não pauta PEC da Segurança Pública

Nos últimos dias, em conversas com membros do governo, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), indicou que não tem a intenção de colocar em pauta a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. A aprovação desse texto é uma das prioridades do governo Lula 3 para a reta final do mandato.

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De acordo com relatos de governistas, a situação pode mudar se houver uma reaproximação entre o Palácio do Planalto e a Presidência do Senado.

Atualmente, a expectativa é de que a PEC continue parada no Senado, onde está desde que foi aprovada pela Câmara dos Deputados. A proposta, que é considerada a principal iniciativa do governo na área de segurança, estabelece o Susp (Sistema Único de Segurança Pública) com o objetivo de integrar as ações de órgãos federais, estaduais e municipais.

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Além disso, a PEC busca fortalecer os mecanismos de financiamento para o combate ao crime.

Articulações e novas frentes de combate ao crime

Senadores que possuem bom trânsito tanto no Palácio do Planalto quanto na Presidência do Senado têm defendido a necessidade de uma reaproximação. O argumento central é que a aprovação da PEC da Segurança e, especialmente, a discussão sobre o fim da escala 6×1 ainda requerem diálogo entre Lula e Alcolumbre.

Sem perspectivas de avanço da PEC em um futuro próximo, o governo está explorando outras estratégias para apresentar resultados na área de segurança.

Na terça-feira (12), a gestão federal anunciará um programa voltado ao combate ao crime organizado, que será implementado por meio de portarias e decretos. Este plano contará com recursos na ordem de R$ 11 bilhões, provenientes do orçamento e de bancos públicos.

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As ações serão organizadas em quatro eixos: asfixia financeira das organizações criminosas, fortalecimento da segurança no sistema prisional, aprimoramento das investigações e esclarecimento de homicídios, além do combate ao tráfico de armas.

Outra estratégia em desenvolvimento é a articulação internacional para cooperação no combate ao crime. O presidente Lula propôs a criação de um grupo de trabalho com representantes das polícias da América do Sul, que terá como base a cidade de Manaus (AM).

O mandatário chegou a convidar Donald Trump para participar dessa iniciativa.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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