Trump anuncia desarmamento do Hamas e Conselho da Paz em Gaza

Trump anuncia desarmamento do Hamas e Conselho da Paz em Gaza, abrindo caminho para governança palestina local.

2 min

US President Donald Trump speaks to the press during a NATO Summit at Bestepe Presidential Compound in Ankara, on July 8, 2026. The summit comes at a fraught time for the 77-year-old transatlantic alliance, with the US President demanding members make good on a pledge to ramp up defence spending as Washington takes a step back from Europe. (Photo by SAUL LOEB / AFP)
US President Donald Trump speaks to the press during a NATO Summ...
▼

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira, dia 30, que o Conselho da Paz teria fechado um acordo para desarmamento completo do Hamas e de outros grupos armados na Faixa de Gaza.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o presidente americano, o entendimento é uma etapa crucial do seu plano de 20 pontos para a região. O objetivo é abrir caminho para um governo palestino local em Gaza, atuando ao lado do Conselho da Paz.

Detalhes sobre segurança e transição política

Em contrapartida, Israel teria garantida a segurança, e o território não seria mais usado como base para ataques.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump detalhou os termos do acordo: ele prevê não apenas desarmamento, mas também uma mudança gradual na presença militar estrangeira no terreno da Faixa de Gaza. O plano prevê a retirada das forças israelenses ao mesmo tempo que entra uma Força Internacional de Estabilização (ISF).

Essa nova força internacional assumiria responsabilidades cruciais pela manutenção da ordem e proteção tanto dos moradores locais quanto daqueles em áreas vizinhas ao conflito.

O papel futuro das autoridades palestinas

A segurança local seria compartilhada entre o contingente estabilizador externo e um novo corpo policial que teria caráter exclusivamente palestino para atuar nas ruas do território.

Trump comparou a situação atual com a de cerca de um ano atrás. Naquela época, a região vivia uma guerra ativa, com crise humanitária e reféns em cativeiro.

Leia também

Progresso e desafios

O presidente classificou o pacto como um “progresso histórico”, mas admitiu que ainda há muito trabalho para consolidar a paz.

Trump fez questão de agradecer publicamente aos mediadores envolvidos nas tratativas: Egito, Catar e Turquia. Ele atribuiu a essas potências regionais — além da sua própria equipe— papel central na conclusão das negociações diplomáticas complexas sobre Gaza.

Direcionamento final do território

Enquanto reforçou seu agradecimento pelos esforços globais em curso no cenário político internacional, Donald Trump reiterou um ponto fundamental quanto à segurança regional. Segundo ele, qualquer ameaça que tenha se originado lá após os eventos ocorridos em 7 de outubro não terá permissão para ser reconstruída ou reativada.

O líder americano enfatizou ainda mais o controle futuro: é imperativo que todo aquele pedaço territorial permaneça sob a gestão e supervisão direta de um governo palestino focado integralmente na melhoria da vida dos seus próprios cidadãos.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.

A Redação Economia reúne a cobertura do Clique Fatos sobre economia, negócios, mercado financeiro, agronegócio e finanças pessoais. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!