Trump anuncia desarmamento do Hamas e Conselho da Paz em Gaza

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira, dia 30, que o Conselho da Paz teria fechado um acordo para desarmamento completo do Hamas e de outros grupos armados na Faixa de Gaza.
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Segundo o presidente americano, o entendimento é uma etapa crucial do seu plano de 20 pontos para a região. O objetivo é abrir caminho para um governo palestino local em Gaza, atuando ao lado do Conselho da Paz.
Detalhes sobre segurança e transição política
Em contrapartida, Israel teria garantida a segurança, e o território não seria mais usado como base para ataques.
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Trump detalhou os termos do acordo: ele prevê não apenas desarmamento, mas também uma mudança gradual na presença militar estrangeira no terreno da Faixa de Gaza. O plano prevê a retirada das forças israelenses ao mesmo tempo que entra uma Força Internacional de Estabilização (ISF).
Essa nova força internacional assumiria responsabilidades cruciais pela manutenção da ordem e proteção tanto dos moradores locais quanto daqueles em áreas vizinhas ao conflito.
O papel futuro das autoridades palestinas
A segurança local seria compartilhada entre o contingente estabilizador externo e um novo corpo policial que teria caráter exclusivamente palestino para atuar nas ruas do território.
Trump comparou a situação atual com a de cerca de um ano atrás. Naquela época, a região vivia uma guerra ativa, com crise humanitária e reféns em cativeiro.
Progresso e desafios
O presidente classificou o pacto como um “progresso histórico”, mas admitiu que ainda há muito trabalho para consolidar a paz.
Trump fez questão de agradecer publicamente aos mediadores envolvidos nas tratativas: Egito, Catar e Turquia. Ele atribuiu a essas potências regionais — além da sua própria equipe— papel central na conclusão das negociações diplomáticas complexas sobre Gaza.
Direcionamento final do território
Enquanto reforçou seu agradecimento pelos esforços globais em curso no cenário político internacional, Donald Trump reiterou um ponto fundamental quanto à segurança regional. Segundo ele, qualquer ameaça que tenha se originado lá após os eventos ocorridos em 7 de outubro não terá permissão para ser reconstruída ou reativada.
O líder americano enfatizou ainda mais o controle futuro: é imperativo que todo aquele pedaço territorial permaneça sob a gestão e supervisão direta de um governo palestino focado integralmente na melhoria da vida dos seus próprios cidadãos.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.
Editoria:
Redação Economia
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