Sóstenes quer ouvir diretor da PF sobre mudança na coordenação do inquérito do INSS

O líder do PL questiona a condução da investigação sobre descontos irregulares em aposentadorias.

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Foto: Reprodução

Líder do PL pede explicações sobre inquérito do INSS

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), protocolou na segunda-feira, 18 de maio de 2026, um requerimento para convidar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, à Comissão de Segurança Pública.

O objetivo é obter esclarecimentos sobre a coordenação responsável pelo inquérito que apura as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Sóstenes, o deputado, busca entender os detalhes da investigação e expressou preocupações sobre as mudanças ocorridas na Polícia Federal durante o governo anterior. Em declarações ao Poder360, ele questionou a condução das investigações, comparando a situação com eventos ocorridos durante o governo anterior.

A solicitação foi formalizada na Comissão de Segurança Pública e deve ser analisada ainda nesta semana, conforme o deputado federal. A medida visa investigar a coordenação responsável pelo inquérito das fraudes no INSS, buscando entender as responsabilidades e o andamento da investigação.

Caso INSS gera reações no Congresso e no STF

A alteração na coordenação do caso INSS provocou reações no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação central envolve o caso “Lulinha”, filho do atual presidente, e a coordenação da Polícia Federal agora acompanha o caso em conjunto com a DPrev e a Cinq, grupos responsáveis por inquéritos envolvendo políticos com foro especial no Supremo.

O empresário Maurício Camisotti, apontado como um dos principais articuladores do esquema, está envolvido no processo de delação premiada. Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, também é suspeito. Camilo ainda não assinou um acordo de colaboração com a Polícia Federal.

Investigações sobre fraudes em benefícios

As investigações da Polícia Federal visam apurar fraudes relacionadas a descontos associativos aplicados sobre benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Muitos dos beneficiários envolvidos eram pessoas de baixa renda, cujos descontos foram realizados diretamente em seus benefícios previdenciários.

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O foco das apurações é identificar entidades e operadores que viabilizaram cobranças irregulares.

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