Silvio Almeida nega acusações de assédio e fala em “linchamento público”

Em vídeo, ex-ministro dos Direitos Humanos diz que vai provar inocência; denúncia da PGR corre sob sigilo no STF.

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Foto: Reprodução
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Ex-Ministro Declara Inocência em Vídeo Após Acusações de Assédio

Em um vídeo publicado na terça-feira, 31 de março de 2026, o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida afirmou ser inocente das acusações de assédio. A declaração ocorre depois de a Polícia Federal, em 14 de novembro de 2025, indiciá-lo pelo crime de importunação sexual.

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Até então, o ex-ministro permaneceu em silêncio, justificando o período de sigilo como um ato de respeito à família, à lei e ao andamento das investigações, que seguem sob sigilo.

Defesa Jurídica e Direito à Defesa

Almeida explicou que buscará se defender adequadamente no âmbito judicial, com a assistência de seus advogados, apresentando provas e demonstrando como a situação foi utilizada para prejudicá-lo em sua carreira política. Ele ressaltou que, durante o inquérito, não teve a oportunidade de se defender de forma completa.

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Críticas à Condução das Investigações

O ex-ministro criticou a forma como o caso foi conduzido, argumentando que “homens e meninos pretos são vistos com suspeita permanente”. Ele também apontou para o que considera um racismo na condução do episódio, afirmando que “sobre nós é mais fácil projetar o mal que se quer expurgar.

Somos tratados como problema de polícia, não como sujeitos políticos”.

Acusações de Linchamento Público e Questionamento da Organização

Almeida acusou a organização que recebeu os relatos de assédio de não ter apresentado evidências concretas da existência das denúncias. Ele também criticou o que considera um “linchamento público”, questionando a credibilidade das acusações apresentadas.

O ex-ministro enfatizou que possui um histórico profissional extenso, sem reclamações, ao longo de sua carreira no Brasil e no exterior.

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Denúncia e Processo em Andamento

A denúncia contra Almeida foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O processo corre sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF) e tem como relator o ministro André Mendonça. O ex-ministro expressou a crença de que existem “movimentações muito previsíveis” de seus opositores, que, segundo ele, se baseiam em mentiras para eliminar figuras políticas.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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