São Paulo confirma mais dois casos de sarampo e total chega a 32 em 2026

Capital concentra 29 registros, enquanto a vacinação adicional de bebês entre 6 e 11 meses é adotada em municípios com circulação do vírus.

11/09/2026 09:21

2 min

Sarampo pode ser prevenido com vacinação
Sarampo pode ser prevenido com vacinação

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou, nesta sexta – feira (11), mais dois casos de sarampo no estado de São Paulo. Com os novos registros, o total de contaminações neste ano chegou a 32.

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As infecções foram identificadas na capital e notificadas em agosto. Uma das pacientes é uma menina de seis meses com a carteira vacinal incompleta. O outro caso envolve um homem de 28 anos que já havia recebido a vacina contra a doença. Não há informações sobre o estado de saúde dos dois.

Casos se concentram na capital

As amostras coletadas dos pacientes foram encaminhadas para a Fundação Oswaldo Cruz. Até o momento, 29 casos ocorreram na capital, enquanto São Bernardo do Campo registrou dois e Guarulhos, um.

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Dos 32 contaminados, 23 não haviam tomado a vacina contra o sarampo ou estavam com o esquema de imunização incompleto. As equipes de saúde continuam investigando os registros e acompanhando possíveis novas contaminações.

O calendário de vacinação estabelece duas doses para as crianças: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Pessoas de 15 meses a 29 anos precisam comprovar duas doses registradas na caderneta.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

Para quem tem entre 30 e 59 anos, é necessário apresentar pelo menos uma dose registrada. Já os trabalhadores da saúde devem receber duas doses, independentemente da idade.

A vacinação de bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo é tratada de forma adicional em razão da circulação do vírus. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário regular, aos 12 e 15 meses.

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O sarampo costuma provocar manchas vermelhas pelo corpo e febre alta acima de 38,5º. Também podem aparecer tosse seca, irritação nos olhos e mal – estar intenso. Esses sinais surgem, em geral, de três a cinco dias após a infecção.

Transmissão e sinais de gravidade

O vírus passa de uma pessoa para outra pelo ar, durante a tosse, o espirro, a fala ou a respiração. Uma pessoa infectada pode transmitir a doença para 90% das pessoas próximas que não tenham cobertura vacinal.

O Ministério da Saúde alerta que a permanência de febre alta, principalmente em crianças de até 5 anos, pode indicar um quadro grave.

Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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