Renan Santos reage a Marçal e admite que pode anular o voto no segundo turno
Renan Santos reagiu na terça-feira (20) às declarações de Pablo Marçal, que o comparou a Adolf Hitler e criticou seus eleitores. O ex-candidato à Presidência disse que pode anular o voto ou não votar no segundo turno das eleições presidenciais.
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Renan também afirmou que Marçal poderá recuperar os direitos políticos após uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) e disputar a Prefeitura de São Paulo ou integrar um ministério.
Renan diz que eleitor pode anular o voto
“Se você é um eleitor meu, entenda. Eles chamaram você de esquisitão. Você é um esquisitão e eu sou um nazista”, disse.
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O líder do partido Missão afirmou que seus eleitores podem escolher em quem votar, mas criticou quem acredita que apoiar outro candidato ajudará a “salvar o Brasil”. Em seguida, declarou: “Eu vou votar nulo ou nem vou votar”.
Renan recebeu 2.675.887 votosno primeiro turno, o equivalente a 2,24% do total, e ficou em quarto lugar na disputa presidencial.
Renan prevê espaço para Marçal em eventual governo
Marçal integra a campanha de Flávio Bolsonaro e está inelegível até 2032. Renan afirmou que o empresário recuperará os direitos políticos “tão logo o Flávio ganhe a eleição” e poderá concorrer à Prefeitura de São Paulo ou ocupar um ministério.
“Flávio ganha a eleição, Marçal recupera os direitos políticos e vai concorrer para prefeito de SP, e o povo de SP vai lá e vai cravar o 22 para prefeito”, afirmou Renan. Ele também disse que quem acredita que Marçal não terá espaço em um eventual governo “não entendeu nada”.
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O ex-candidato criticou ainda a possibilidade de Marçal assumir um ministério e disse que os eleitores poderiam ter votado nele no primeiro turno. “Vocês estão botando o Pablo Marçal de ministro e, assim, no primeiro turno podiam ter votado em mim.
Não quiseram, vocês votaram nele”, declarou.
Ex-candidato critica propostas de Flávio Bolsonaro
Renan também questionou eleitores de Flávio ligados ao mercado financeiro. Ele criticou uma proposta mencionada pelo senador durante o debate com Lula, de comprar as dívidas de brasileiros e empresas.
“Isso é o maior estelionato que eu já vi. Isso custaria mais de dez trilhões, se somar tudo”, disse Renan. Ele também ironizou o “Ministério da Prosperidade”, proposta de Flávio para reunir o Bolsa Família e outros programas sociais em uma nova pasta.
Mais cedo, em entrevista ao podcast Iron Talks TV, Marçal comparou Renan a Hitler e afirmou que o ex-candidato teria criado “uma seita na cabeça dos moleques esquisitos”. Também disse que Renan teria “trejeito do Hitler” e que suas ideias não teriam relação com a direita.
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



