Rayssa Furlan lidera disputa ao Senado no AP com 30%, aponta pesquisa
Pesquisa Real Time Big Data mostra empate técnico entre PT e PSD pela segunda vaga ao Senado no Amapá.
A candidata do Podemos lidera a corrida ao Senado Federal pelo estado do Amapá, de acordo com pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta – feira (30). Na simulação estimulada, a postulante aparece com 30% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre os concorrentes diretos.
O levantamento aponta um cenário de disputa acirrada pela segunda vaga. O candidato do PT e o do PSD estão empatados com 20% cada, dividindo a preferência de uma parcela significativa do eleitorado amapaense. Na sequência, o nome do União Brasil soma 13%, enquanto o representante do MDB registra 11%.
Desempenho dos demais candidatos e rejeição
Com porcentagens menores, o candidato do PSB e o do DC aparecem com 1% cada. Já os postulantes do DC e do PCO não pontuaram nesta rodada do levantamento, o que indica um desafio maior de penetração eleitoral para essas legendas no estado.
A pesquisa também revela que 2% dos entrevistados disseram que votariam em branco ou nulo. Outros 2% não souberam ou não responderam à pergunta sobre a preferência para o Senado. O cenário geral mostra uma disputa concentrada entre quatro candidatos, com a líder isolada na primeira posição.
Metodologia e registro da pesquisa
O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 29 de setembro, ouvindo 1.600 pessoas no Amapá. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. Isso significa que, se a pesquisa fosse repetida 100 vezes, em 95 delas os resultados estariam dentro da margem de erro.
A pesquisa foi contratada pela 3 Poderes Mídia e Comunicação Ltda e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo AP-08579/2026. O registro garante a transparência e a legalidade do levantamento, que segue as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral para o período de campanha.
Com a divulgação dos números, a campanha da candidata do Podemos ganha fôlego, enquanto os demais partidos ajustam suas estratégias para tentar conquistar os eleitores indecisos e os que ainda não declararam voto. O cenário, no entanto, ainda pode mudar até o dia da eleição, já que a margem de erro permite variações dentro de um intervalo de até dois pontos.