Boeing 777 da Qatar Airways traz a Viracopos as primeiras das 800 toneladas da F1 para Interlagos
Um Boeing 777 cargueiro da Qatar Airways pousou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na quarta-feira (28), com os primeiros equipamentos do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1. A aeronave, com capacidade para cerca de 107 toneladas, faz parte de uma operação internacional de nove voos que deve levar aproximadamente 800 toneladas de materiais à etapa brasileira, marcada para os dias 6, 7 e 8 de novembro, no Autódromo de Interlagos.
O primeiro cargueiro chegou às 14h24, no horário de Brasília. Pelo menos 100 profissionais do aeroporto vão cuidar do recebimento, da movimentação e da preparação das cargas para o transporte terrestre nos próximos dias.
Cargueiro tem porte de grandes dimensões
A aeronave chama a atenção pelo tamanho: mede 63,7 metros de comprimento e tem 64,8 metros de envergadura, a distância entre as duas pontas das asas. Com carga máxima, consegue percorrer cerca de 9.200 quilômetros.
Como os equipamentos chegam a Interlagos
A chegada do primeiro avião é só o começo. Outros oito aviões vão trazer carros, peças e estruturas das equipes participantes ao longo dos próximos dias.
Ao pousar em Campinas, a carga passa por fiscalização e liberação alfandegária. Depois disso, é colocada em comboios de carretas que seguem até Interlagos, na zona sul de São Paulo.
O trabalho também precisa acompanhar o calendário da categoria. Os equipamentos das equipes viajam de uma etapa para outra em uma sequência de voos e deslocamentos rodoviários, com prazos curtos para montar as estruturas.
Estrutura segue para Las Vegas após a corrida
O GP de São Paulo acontece no próximo fim de semana, com atividades entre sexta-feira (6) e domingo (8). Quando a corrida terminar, a estrutura será desmontada e levada de volta a Viracopos, de onde seguirá em aviões cargueiros para Las Vegas, nos Estados Unidos.
A cidade americana recebe a próxima etapa da temporada, marcada para 21 de novembro. Entre as duas corridas, a operação precisa transportar carros, equipamentos técnicos e estruturas de apoio para que as equipes voltem a competir em menos de duas semanas.
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Redação Esportes
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