Cadillac começa a vender no Brasil e traz réplica da F1 de Pérez e Bottas pela primeira vez

Lyriq (R$ 820 mil) e Vistiq (R$ 990 mil) abrem a fase elétrica da marca no país, e a réplica passa por Brasília e Curitiba antes do GP de São Paulo.

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Na estreia da Cadillac na Fórmula 1, o monoposto recebeu a designação MAC-26. A sigla reúne as iniciais de Mario Andretti e Cadillac | Foto: Reprodução/Forbes Brasil
Na estreia da Cadillac na Fórmula 1, o monoposto recebeu a desig...
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A Cadillac aproxima duas de suas maiores apostas para 2026 ao apresentar, pela primeira vez no Brasil, a réplica oficial do carro da Cadillac Formula 1 Team, pilotado por Sergio Pérez e Valtteri Bottas. A revelação acontece poucos dias antes do Grande Prêmio de São Paulo, marcado para 8 de novembro, em Interlagos, no mesmo ano em que a marca começou sua operação comercial no país.

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A apresentação faz parte do evento Cadillac by Forbes, realizado para um grupo seleto de convidados na sexta-feira (30). O carro também vai percorrer Brasília e Curitiba, as primeiras cidades que terão concessionárias da marca, e o encontro mostra como a General Motors pretende construir a Cadillac no mercado brasileiro.

Lyriq e Vistiq abrem a fase elétrica no Brasil

O Brasil é o primeiro país da América do Sul a receber oficialmente a marca nesta nova fase, que começa com dois SUVs elétricos. A Cadillac iniciou a operação comercial com o Lyriq, que custa R$ 820 mil, e com o Vistiq, de três fileiras, que chega por R$ 990 mil. O Optiq, modelo menor que completará a gama no início, ainda passa pelo processo final de homologação.

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O Lyriq chega na configuração Signature Luxury, com dois motores elétricos, tração integral e 500 cv. Ele acelera de 0 a 100 kmh em 5,3 segundos e tem autonomia homologada pelo Inmetro de 405 km, com bateria de 95,7 kWh. A tela curva de 33 polegadas, com resolução 9K, concentra boa parte das funções, e o pacote traz Google built-in com Gemini, OnStar, Android Auto, Apple Car Play, head-up display, câmera 360 graus e sistema de som AKG com 19 alto-falantes e Dolby Atmos.

Acima dele fica o Vistiq, com seis lugares, dois motores, tração integral e 604 cv. O SUV vai de 0 a 100 kmh em 4,1 segundos e tem autonomia de até 395 km pelo ciclo PBEV. Entre os equipamentos estão suspensão a ar nas quatro rodas, esterçamento das rodas traseiras, head-up display com realidade aumentada, visão noturna por infravermelho e sistema AKG com 23 alto-falantes.

A primeira etapa é inteiramente elétrica, mas a estratégia não impede a marca de trazer modelos híbridos e a combustão no futuro. Na prática, a Cadillac apresenta tecnologia e tradição lado a lado ao consumidor brasileiro.

Fórmula 1 vira vitrine da marca no Brasil

A estreia da Cadillac na Fórmula 1 deu o tom da ação no país. O monoposto recebeu a designação MAC-26, cuja sigla reúne as iniciais de Mario Andretti e Cadillac, enquanto o número faz referência à temporada de 2026. O nome também homenageia o campeão mundial de 1978, que teve participação relevante no desenvolvimento do projeto da equipe.

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Para a marca, a ligação entre as duas frentes vai além da exposição em um campeonato acompanhado globalmente. Segundo a General Motors, o automobilismo funciona como ambiente de desenvolvimento, em que engenharia, inovação e desempenho são levados ao limite, e o conhecimento acumulado pode chegar depois aos carros de produção.

A equipe foi desenvolvida com apoio da GM e da TWG Motorsports.

A proximidade entre a estreia comercial e o Grande Prêmio de São Paulo também pesa. As primeiras entregas dos SUVs estão programadas para novembro, quando a chegada dos carros às ruas coincide com a maior exposição da nova equipe no país.

“A chegada da Cadillac ao Brasil acontece em um momento singular. Ao iniciarmos nossa presença comercial no país com uma nova geração de veículos, a Cadillac chega a Interlagos como integrante do grid da Fórmula 1. Essa combinação cria uma oportunidade de apresentar aos consumidores locais diferentes dimensões da Cadillac: sofisticação, tecnologia e design”, explica Nancy Serapião, diretora da Cadillac para a América do Sul.

Ao optar por carros elétricos, tecnologia embarcada e uma das competições mais sofisticadas do automobilismo, a marca deixa em segundo plano modelos conhecidos internacionalmente, como o Escalade. A réplica antes de Interlagos, portanto, vai além de uma ação ligada à corrida: ela reúne a disputa por espaço no mercado brasileiro de luxo e a volta do automobilismo ao centro da identidade global da marca.

A Redação Esportes reúne a cobertura do Clique Fatos sobre futebol brasileiro e internacional, competições e bastidores do esporte. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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