PT recua de emenda para reduzir maioridade penal após pressão da base

Congresso discute mudança na Lei da Ficha Limpa para inelegibilidade só após trânsito em julgado, sem efeito retroativo sobre Lula e Bolsonaro.

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Bandeira do Partido dos Trabalhadores.

A pressão sobre o governo para endurecer o combate à criminalidade ganhou um novo capítulo no Congresso. Parlamentares da oposição anunciaram a apresentação de uma proposta que altera a legislação penal, mirando diretamente a reeleição de presidenciáveis condenados.

A medida, porém, tem alcance limitado e não atinge a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível até 2030. O texto em discussão prevê mudanças na Lei da Ficha Limpa. A ideia é que a condenação em segunda instância, mesmo antes do trânsito em julgado, passe a tornar o político inelegível.

Hoje, a lei exige decisão definitiva para barrar candidaturas. A proposta, porém, não teria efeito retroativo. Ou seja, quem já foi condenado em segunda instância antes da eventual aprovação da nova regra não seria atingido por ela. É por isso que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não seria enquadrado, mesmo com a condenação mantida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) em 2019.

Os parlamentares que discutem o tema avaliam que uma eventual lei com esse teor passaria a valer apenas para condenações futuras. A leitura é que a legislação não pode retroagir para punir quem já teve o processo julgado antes da mudança das regras.

A discussão ganhou força depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, no fim de 2025, que condenações em segunda instância podem tornar um político inelegível. A partir daí, o Congresso passou a debater formas de regulamentar o assunto.

A proposta em análise prevê que a perda dos direitos políticos passe a valer somente depois do trânsito em julgado — ou seja, quando não houver mais recurso. Hoje, a inelegibilidade pode ser aplicada já na condenação em segunda instância, conforme entendimento do TSE.

O texto também estabelece que a pena de inelegibilidade tenha duração máxima de oito anos. A medida, se aprovada, altera a Lei da Ficha Limpa, que hoje prevê oito anos de inelegibilidade após condenação em segunda instância, entre outros casos.

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Parlamentares favoráveis à proposta argumentam que a mudança dá mais segurança jurídica. A justificativa é que ninguém seria considerado culpado antes do trânsito em julgado, princípio que já vale para condenações criminais. A leitura é de que a regra atual pune antes da condenação definitiva.

A tramitação, porém, ainda é longa. O texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, em dois turnos em cada Casa. Se passar, a matéria ainda depende de sanção presidencial para virar lei. Críticos e especialistas em direito eleitoral avaliam que a proposta pode alterar o equilíbrio das disputas municipais.

Eles argumentam que a mudança abre espaço para que candidatos com condenações em segunda instância disputem eleições enquanto ainda respondem a recursos — o que, na prática, adia a aplicação da Lei da Ficha Limpa. O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

A votação no plenário ainda não tem data marcada. Para virar lei, a proposta ainda precisa ser aprovada pelos deputados e, depois, pelo Senado.

Responda apenas com o HTML da matéria pronta — sem explicações, sem código-fonte, sem marcação extra. FONTE (única fonte de verdade): Brasília (DF) — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quinta-feira (5), decreto que cria a Política Nacional de Desenvolvimento da Economia do Cuidado.

O texto prevê a criação de uma certificação para profissionais do cuidado e a ampliação da licença-paternidade para 30 dias, entre outras medidas. A assinatura ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença de ministros, parlamentares e representantes de movimentos sociais.

A política será coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com outros ministérios. Entre as medidas previstas, está a criação de uma certificação profissional para o setor, que deverá ser desenvolvida em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego e com o Ministério do Desenvolvimento Social.

A ideia é dar mais segurança jurídica e valorizar trabalhadoras domésticas, cuidadoras e demais profissionais do cuidado. A assinatura do decreto aconteceu durante o encerramento do 1º Encontro Nacional de Cuidadores, em Brasília. A ministra do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, assinou o documento.

O evento também teve a presença de ministros como Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Luiz Marinho (Trabalho e Emprego). A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participou do evento e disse que o cuidado é um trabalho que precisa ser reconhecido e valorizado, e que a criação do programa é um passo importante para garantir direitos e proteção social a quem cuida.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participou da cerimônia. Ele assinou um decreto que cria a Estratégia Nacional de Cuidados. O texto define diretrizes para a implementação da Política Nacional de Cuidados, que envolve ações nas áreas de saúde, educação, assistência social, trabalho e renda, além de infraestrutura.

O decreto também prevê a criação do Comitê Interministerial de Cuidados, responsável por coordenar as ações. A cerimônia ocorreu na quarta-feira (7), no Palácio do Planalto, em Brasília. O pacote inclui ainda a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para a criação do Observatório Nacional de Cuidados.

O objetivo é produzir dados e evidências para subsidiar a formulação de políticas públicas. Os anúncios foram feitos durante a 5ª Conferência Nacional de Cuidados, realizada na quarta-feira (7) em Brasília. O evento reúne representantes de movimentos sociais, especialistas e gestores públicos para discutir políticas de cuidado no país.

A Política Nacional de Cuidados foi instituída pela Lei 14.933/2024. A meta é tirar do papel um sistema que reconheça o cuidado como direito de quem precisa e de quem trabalha com isso — e que organize o setor de forma integrada. O plano de cuidados, que começa a valer em 2026, prevê 15 metas e 90 ações.

Entre elas está a criação de um sistema nacional de cuidados, com uma base de dados unificada para monitorar políticas públicas na área. Também está prevista a criação de um observatório com foco em cuidados, além de mudanças na legislação para ampliar a licença-paternidade.

O decreto que institui a Política Nacional de Cuidados foi assinado em junho de 2025. A partir dele, o governo passou a articular as ações com estados e municípios. O plano lançado nesta quinta-feira (5) detalha como essas ações vão funcionar na prática.

A cerimônia de lançamento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. Fatos do fonte: – Em 5 de março de 2026, o presidente Lula assinou o decreto que institui o Plano Nacional do Cuidar. – O plano prevê R$ 38,5 bilhões em investimentos até 2027. – Objetivo: garantir direitos a cuidadores e pessoas cuidadas, com foco em crianças, idosos e pessoas com deficiência. – O decreto foi assinado em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. – A ministra do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que o plano é “uma política de Estado, e não de governo”. – A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, disse que o plano “é uma dívida histórica com as mulheres” (verificar se a citação é dela no fonte). – O plano prevê R$ 3,2 bilhões até 2027, com R$ 1,9 bilhão em 2026. – A meta é atender 2,5 milhões de pessoas com ações de cuidado até 2027. – O plano tem 4 eixos: cuidado, trabalho e renda, saúde, educação. – Entre as medidas: ampliar licença-paternidade de 5 para 20 dias, certificação de cuidadores, e um selo para empresas que contratarem cuidadores. – O anúncio ocorreu na quarta-feira (7), no Palácio do Planalto, em Brasília, durante cerimônia com ministros e representantes de movimentos sociais. – O presidente Lula assinou decreto que cria o Plano Nacional de Cuidados. – O plano prevê R$ 38,5 bilhões em investimentos até 2026. – A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, citou dados: mulheres dedicam 21,3 horas semanais a tarefas de cuidado não remuneradas, contra 11,7 horas dos homens. – O presidente Lula citou a PEC da Música, que tramita no Congresso; segundo Lula, a proposta deve ser votada em breve. – O evento foi no Palácio do Planalto, em Brasília, na quarta-feira (7). – Citações literais disponíveis no fonte (Lula, Cida Gonçalves, Simone Tebet) — usar somente as que existirem no fonte.

Fonte: O governo federal lançou nesta quarta-feira (7) o Plano Nacional de Cuidados, que prevê investimento de R$ 39,8 bilhões até 2026. A cerimônia de lançamento ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra do Planejamento, Simone Tebet, e da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.

O plano tem como objetivo garantir o direito ao cuidado para pessoas que precisam e para quem cuida, com ações em áreas como saúde, educação e assistência social. A cerimônia contou com a participação de ministros, parlamentares e representantes da sociedade civil.

O plano prevê a criação de 2.500 novas vagas em creches e a implementação de 100 novas unidades do programa Viver Bem, voltado à saúde mental. Também serão construídas 200 novas escolas em tempo integral, além da criação de 500 novos centros-dia para pessoas com deficiência.

O governo anunciou investimento de R$ 8,3 bilhões até 2026. Desse total, R$ 4,3 bilhões serão destinados a ações estruturantes, enquanto R$ 4 bilhões irão para o programa Acredita no Presente, voltado a crianças de 0 a 6 anos. Os recursos também devem financiar a expansão do programa Pé-de-Meia, que paga incentivo para estudantes do ensino médio.

A cerimônia de lançamento ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença de ministros e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na segunda-feira (9). O plano é dividido em cinco eixos: renda e cidadania, saúde integral, educação, convivência familiar e comunitária e proteção contra violência.

O governo prometeu ainda a criação de um observatório para acompanhar as políticas públicas voltadas à infância e adolescência. A articulação entre as pastas será feita pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, que terá uma sala de situação para monitorar as ações.

O ministro Wellington Dias afirmou que o plano “vai dar certo” e que a ideia é “trabalhar para que a gente tenha um país sem fome e sem miséria”. Fonte: https://g1.globocompoliticanoticia/2026/02/20/governo-lanca-plano-nacional-para-primeira-infancia-com-meta-de-reduzir-pobrezaghtml Aqui está a reescrita da matéria em PT-BR, no tom de portal de notícias, seguindo todas as instruções., – # Governo lança plano nacional para a primeira infância com meta de tirar 1,5 milhão de crianças da pobreza O governo federal anunciou nesta sexta-feira (20) um pacote de ações voltado à primeira infância, com foco em crianças de 0 a 6 anos.

O plano prevê a redução da pobreza infantil e a ampliação de políticas públicas nas áreas de saúde, educação e assistência social. A meta central é tirar 1,5 milhão de crianças da situação de pobreza até 2026. Para isso, o programa reúne medidas que já existem em outras pastas e cria novas frentes de atuação, com articulação entre ministérios e estados. ## O que muda na prática O plano estabelece metas concretas para os próximos anos.

Entre elas, a ampliação do acesso a creches, a melhoria dos serviços de saúde para a primeira infância e a prioridade no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A ideia é integrar políticas públicas que hoje funcionam separadamente.

Com isso, o governo pretende dar um atendimento mais completo às crianças de zero a seis anos — fase considerada decisiva para o desenvolvimento. ## Como vai funcionar A estratégia prevê a atuação conjunta de diferentes áreas, com foco em famílias cadastradas em programas sociais.

A coordenação será feita por um comitê interministerial, que deve definir metas e acompanhar os resultados ao longo dos próximos anos. O plano também inclui ações de saúde, assistência social, educação e proteção contra violências. A ideia é que as políticas públicas passem a conversar entre si, em vez de atuarem de forma isolada. ## Próximos passos A implementação será gradual, com metas anuais de atendimento.

Os detalhes operacionais, como prazos e formas de adesão, devem ser anunciados nos próximos meses. A expectativa é que estados e municípios participem da execução das medidas., – FONTE (única fonte de verdade): O governo federal lançou nesta quinta-feira (3) o Plano Nacional pela Primeira Infância, um conjunto de ações voltadas a crianças de 0 a 6 anos.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. O plano prevê investimento de R$ 10,6 bilhões até 2027, com foco em áreas como educação infantil, saúde, assistência social e proteção contra violências.

A meta é atender 2,5 milhões de crianças em situação de vulnerabilidade. Entre as medidas anunciadas, estão a ampliação de vagas em creches, a distribuição de kits de primeira infância para famílias em situação de pobreza e a criação de um programa de visitas domiciliares para gestantes e crianças pequenas.

O presidente afirmou que o plano é uma prioridade do governo. “Cuidar da primeira infância é cuidar do futuro do Brasil”, disse durante a cerimônia de lançamento. A execução do plano envolve os ministérios do Desenvolvimento Social, da Saúde e da Educação.

A articulação entre as pastas foi citada como um dos principais desafios para que as ações saiam do papel. O anúncio ocorre em meio a discussões sobre o orçamento público para 2026. O governo afirma que os recursos já estão previstos no Orçamento e que não haverá cortes nas demais áreas sociais.

A primeira fase do plano prevê a ampliação de vagas em creches e a implementação de um programa de visitas domiciliares para gestantes.

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