Planalto descarta recuo em projeto sobre big techs apesar de pressão dos EUA

Com a pressão do governo dos Estados Unidos, a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanha de perto os desdobramentos no Congresso americano sobre a regulação das grandes empresas de tecnologia no Brasil. Apesar do clima tenso, os assessores do presidente descartam qualquer possibilidade de recuo na proposta brasileira diante da ofensiva externa.
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Na semana passada, um grupo de 20 congressistas americanos enviou uma carta a Jamieson Greer, chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), solicitando que o governo dos EUA tomasse medidas contra o Brasil em razão do avanço do PL 4675/2025.
Este projeto, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, é uma iniciativa do governo Lula e visa fortalecer os poderes do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para coibir práticas anticoncorrenciais por parte das empresas de tecnologia nos mercados digitais.
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A proposta brasileira e suas implicações
O PL 4675/2025 busca ampliar as ferramentas disponíveis ao Cade para lidar com as práticas consideradas prejudiciais à concorrência no setor de tecnologia.
A resistência à pressão americana reflete uma postura mais assertiva do governo Lula em relação às questões econômicas e comerciais internacionais.
Reações e próximos passos
A reação dos congressistas americanos indica uma preocupação com os impactos que a nova legislação brasileira pode ter sobre as operações das grandes empresas de tecnologia nos Estados Unidos. A carta enviada ao USTR enfatiza essa inquietação e sugere que o governo americano deve considerar ações para proteger os interesses das companhias americanas neste contexto.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



